Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de novembro de 2013

10 Personagens Marcados pela Música - I

Saudações fieis leitores! Na postagem de hoje, sugerida pelo senhor Mateus Valença, vamos falar - como diz o título - sobre aqueles personagens que foram tão marcados por alguma música que, mal o vemos, já começamos a cantarolar alguma música, ou vice-versa.  Sem mais delongas, vamos começar com nossa pequena turnê mágica e misteriosa. E, sinceramente, estamos loucos para tê-los conosco:




terça-feira, 16 de outubro de 2012

Especial de Halloween:Ano I - Playlist Diabólica

 Saudações à vós, fieis desbravadores do desconhecido, saúdo-os agora com um dos melhores duetos já testemunhados pela humanidade com vocês....

Música do Dia: Ghost Riders In The Sky - Johnny Cash e Willie Nelson


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Especial de Halloween:Ano I - Playlist Diabólica

Voltando ao especial - e devido à motivos de doença que me impede de fazer uma postagem mais extensa - deixo aqui mais uma das músicas da Playlist Diabólica, desta vez trazendo a presença de um convidado rico e de bom gosto, que está ansioso por se apresentar...

 Música do Dia: Sympathy For The Devil - Rolling Stones





terça-feira, 9 de outubro de 2012

Especial de Hallowen:Ano I - Playlist Diabólica

Dando prosseguimento ao nosso pequeno especial, voltamos agora com mais uma edição da Playlist Diabólica, com vocês, o Lugar Comum orgulhosamente apresenta uma que os fãs de Alan Wake já devem conhecer...


Música do Dia: Up Jumped The Devil - Nick Cave and The Bad Seeds

domingo, 7 de outubro de 2012

Especial de Halloween:Ano I - Playlist Diabólica

Saudações devotos profanos! Como parte das comemorações de Halloween, vamos começar hoje algo que eu gosto de chamar de Playlist Diabólica (Bwahahahahaha! - insira os trovões sinistros após a risada diabólica). Antes de começar, vamos para uma breve explanação: Como estamos em época de Halloween, apresentaremos aqui músicas relacionadas ao tema de horror e macabro. Uma vez feito isso, comecemos este espetáculo profano, bom proveito!

Música do Dia: Dance Of Death do Iron Maiden

sábado, 6 de outubro de 2012

Especial de Halloween:Ano I - Sugestões Musicais (I)


Saudações à vos, bravos peregrinos que ousam adentrar por estes portais profanos! Dando prosseguimento ao nosso especial de Halloween, vamos falar agora sobre música, desta vez, sobre um álbum de um sujeito chamado Nick Cave. Mas deixemos de enrolação e partamos logo para a postagem, sim?


NICK CAVE AND THE BAD SEEDS - MURDER BALLADS




Para aqueles que não o conhecem, Nick Cave é um músico, compositor e escritor australiano. Nasceu em 22 de Setembro de 1957 e em 1983 montou sua banda mais conhecida, e que atua até hoje, a Nick Cave and The Bad Seeds. Entre suas composições mais conhecidas, podemos citar sem dúvida a  música Red Right Hand  - que já chegou a aparecer em filmes (como Pânico, Hellboy e no seriado Arquivo X) e a Up Jumped The Devil (aqueles que jogaram Alan Wake vão me entender). Uma vez feita essa brevíssima apresentação, passemos para o álbum então.
 Lançado em Fevereiro de 1966 (dia 5 no Reino Unido e dia 20 nos EUA) o álbum, como o próprio título sugere, traz em todas as suas dez faixas histórias de assassinatos (uma trilha sonora perfeita para o Halloween, não acham?) e foi bastante aclamado pela critica e pela MTV - como sinto falta da época em que a MTV prestava... - mas à algo mais interessante sobre este álbum do que ter sido bem recebido pela crítica. Ele é um verdadeiro resgate de um gênero bem popular da Europa e América do século 19, a murder ballad (não creio que exista um termo para isso em português, então vamos usar a tradução livre de balada de assassinato daqui para frente, sim?). Mas o que seriam essas baladas de assassinatos você se perguntam?
 Bem, como descobri recentemente enquanto trabalhava nesta postagem, as baladas de assassinatos são basicamente histórias (bem carregas de misoginia) sobre uma mulher sendo assassinada e com seu algoz pagando por seu crime, seja sendo enforcado - ou com algum outro fim - ou passando o resto da vida sendo perseguido por algum espírito vingativo. Em resumo, algo que nunca poderia ser feito em nossos tempos cheios de politicamente correto. Alguns exemplos bem famosos de músicas desse tipo são: The Lonesome Death Of Heatie Carroll de Bob Dylan, Cocaine Blues de Johnny Cash e, para colocar um brasileiro no meio, À Beira do Pantanal de Raul Seixas (ainda acho que ele fez uma "tradução" da música, mas isso já é outra história...).
 Agora voltando ao álbum: Que belo resgate! A riqueza de arranjos e a grande variedade de estilos, e a maestria com que eles vão se alternando é algo fantástico, enquanto temos uma música tão "pesada" quanto Song Of Joy temos uma balada romântica como Henry Lee e uma música "alegre" como The Curse Of Millhaven e tudo isso de uma maneira incrivelmente orgânica. O trabalho nas letras também é incrível: o jogo elaborado em torno da música Song Of Joy  - que deixa à entender que o próprio narrador seria o assassino, a doçura homicida da pequena Loretta em Curse Of Millhaven,  o amor, mesmo que doentio, que dá a beleza nos versos de Where The Wild Roses Grow, a quantidade absurda de palavrões na música Stagger Lee, entre outros.Todo o trabalho em torno do álbum é incrível, conseguindo transformar algo que para muitos soaria como algo loucura,  mal gosto,  algo pervertido, insira aqui um adjetivo que sirva como insulto, em uma verdadeira obra de arte, e a capa também não faz feio nesse quesito.

 Para os curiosos e muito corajosos, ou insanos, aqui vai a relação das faixas do álbum:

1 - Song Of Joy
 2 - Stagger Lee
 3 - Henry Lee
 4 - Lovely Creature
 5 - Where The Wild Roses Grow
 6 - The Curse Of Millhaven
 7 - The Kidness Of Strangers
 8 - Crow Jane
 9 - O´Malleys Bar
 10 - Death Is Not The End

E como, cortesia do blog, uma música do álbum:


Como estamos em pleno mês de Outubro, é bem provável que algumas delas venham à aparecer por aqui, por isso, fiquem ligados - isso é, se tiverem a coragem necessária.



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Para Não Dizer que não Falei de Música...

Saudações leitores! Creio que ao ver esta postagem alguma dúvida deve estar recaindo sobre vocês: Duas postagens seguidas em uma mesma semana? Ele deixou de ser preguiçoso? A profecia maia de 2012 é verdadeira? A resposta para essas perguntas são sim, não e não. O motivo para evento tão especial é que amanhã se completarão 37 anos do lançamento de um dos melhores álbuns da história da música (isso levando em conta o mercado americano, pois pelo britânico teríamos que esperar mais 3 dias) o Wish You Were Here o nono álbum da banda Pink Floyd.



Como muitos álbuns da banda, o Wish You Were Here é um álbum conceitual, para aqueles que não sabem o que droga é um álbum conceitual aqui vai uma breve explicação:álbum conceitual é, de maneira geral, todo aquele álbum em que suas músicas trabalham um mesmo tema, podendo até contar uma história. Como exemplos disso temos o Welcome To My Nightmare do Alice Cooper, o Dark Side Of The Moon também do Pink Floyd e Tommy do The Who.
 No caso de WYWH, o tema central é a ausência, mas mesmo assim o álbum é uma crítica à industria da música, para tanto, eles usam a história de Syd Barret, um dos membros fundadores da banda, e também não deixa de ser uma homenagem para o mesmo. Para aqueles que não conhecem a história, Syd Barret era o guitarrista  original da banda, mas devido ao excesso do consumo de LSD acabou sendo "expulso" da banda e substituído por David Gilmour. A saída da banda não foi o único problema causado pelo LSD, um dos eventos mais marcantes na gravação do disco foi à visão do estado em que o antigo companheiro de banda estava. As homenagens à Syd estão presentes na faixa de abertura e encerramento, Shine On You Crazy Diamond, já a Welcome To Machine e Have a Cigar são críticas brutais contra o "sistema". Por sua vez, Wish You Were Here pode ser vista como uma canção de saudade pelo amigo que se foi, apesar de que essa é apenas uma das interpretações possíveis, tendo-se em vista que o próprio Roger Waters disse que a interpretação da música é livre para cada um. Bom, como ficar só falando pode terminar se tornando algo extremamente chato, partamos para as músicas do álbum e depois façamos alguns comentários finais sobre ele:

1.Shine On You Crazy Diamon (Parts I - V)


2. Welcome To Machine

3.Have a Cigar

4.Wish You Were Here

5-Shine On You Crazy Diamond (VI-IX)

Notas:

- Apesar de muita gente ainda pensar que quem canta  Have a Cigar é o Roger Waters  na verdade é o Roy Harper.

-O LP vinha originalmente em uma embalagem preta com apenas um logotipo da banda, para reforçar a ideia de ausência

-O homem pegando fogo é realmente um homem. O dublê que interpretou o homem em chamas se chama Ronnie Rondell.

- A foto da capa foi tirada nos estúdios da Warner Brothers em Los Angeles.

- Gerald Scarfe foi o responsável pela animação da música Welcome To Machine

- A ideia do homem em chamas é uma referência à uma expressão da indústria musical da época, quando era comum dizer que alguém estava "queimado" pelas gravadoras. Pensando bem, ainda se usa essa expressão....

- A ideia do homem em chamas não foi a primeira ideia para a capa. Na verdade, foi a de um homem em uma pose de ioga - só as pernas dele podiam ser vistas - dentro de um lago.



Pois é pessoal, essa foi a minha singela homenagem à esse excelente álbum, espero que tenham gostado e lembrem-se: Não usem drogas, ouçam Pink Floyd!