Saudações, fieis leitores! Após uma longa ausência, retorno mais uma vez a estas paragens cibernéticas. Desta vez, iremos continuar a falar sobre jogos. Esta não será, no entanto, a segunda parte da Trilogia de Arkham - que ficara para um futuro não muito distante, porém bastante indefinido. Ao invés disso, irei falar sobre um dos últimos filhos de uma longa franquia. Em suma, falaremos sobre o ótimo Castlevania: Lords of Shadow.Então, se mais delongas, vamos logo com isso.
P.S: É bem provável que os textos a seguir contenham spoilers, então, sigam por sua conta em risco.
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segunda-feira, 9 de março de 2015
Castlevania: Lords of Shadow - Análise
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Análise: Dead Space
Saudações fieis leitores, hoje venho para vos falar sobre um jogo deveras interessante e divertido. O terror espacial lançado em 20 de Outubro de 2008 e conhecido como Dead Space, que já rendeu uma continuação, uma animação e uma série de quadrinhos. Sem mais delongas aqui vamos nós!
Ficha Técnica:
Desenvolvedora: Visceral Games (antiga EA Redwood Shores)
Distribuidora: EA Games
Gênero: Survival Horror, Third-Person Shooter
Lançamento:14 de Outubro de 2008 - X-Box e PS3 20 de Outubro - PCs
Outras versões disponíveis: PS3 e PCs.
HISTÓRIA:
Vamos começar com o tópico mais interessante do jogo a história. No começo do jogo somos apresentados ao engenheiro Isaac Clark - o protagonista do jogo (cujo nome é uma referência à dois grandes escritores de ficção científica, Isaac Asimov e Arthur C. Clark - Kendra Daniels e Zach Hammond, membros da tripulação da nave Kellion enviada para averiguar e reparar o grande cargueiro USG Ishimura, que deixou de se comunicar à muito tempo com o mundo exterior. Isaac, porém, tem mais um motivo para estar nessa expedição. Sua namorada desaparecida, Nicole, que era uma das tripulantes do Ishimura. A isso segue-se a aterrissagem na Ishimura, e a descoberta de que algo está terrivelmente errado. Esse algo são os necromorphs (necromorfos em uma tradução livre), uma bactéria que possui cadáveres lhes devolvendo a vida em uma forma distorcida e bizarra. Some-se a isso a presença de uma estranha seita religiosa dentro da nave e a presença de um bizarro artefato e você vai ter uma história que se desenvolve marivilhosamente bem, chegando a um final inesperado - e sensacional.

Este é o inimigo, lembre-se de atirar nos membros.
Jogabilidade:
Os controles do jogo funcionam bem, apesar de que o combate corpo à corpo ter seus problemas. A "sacada" de ter que desmembrar os necromorphs para matá-los efetivamente dá um tom estratégico ao jogo - apesar de que com o tempo isso se torne repetitivo. Ao longo do jogo também será possível fazer upgrades em suas armas e comprar novas armaduras que lhe darão maior proteção e mais espaço no inventário.
A ação brutal é compensada com quebra-cabeças bem interessantes, mas os objetivos são muito lineares - nada que vá atrapalhar muito o jogo. As lutas com os chefes são bem divertidas e exigem por vezes uma estratégia.
Outra coisa bastante interessante do jogo é que apesar de ser um shooter, ele ocorre inteiramente em terceira pessoa - o que ajuda a dar forma ao clima de terror - e o HUD foi sabiamente simplificado - a vida é medida através do fluído espinhal que se encontra nas costas de Isaac, e a munição pode ser vista na própria arma.
Como qualquer jogo de terror que se preze, há uma grande quantidade de sustos, corpos desemembrados e sangue por todo o jogo - apesar de que em alguns momentos ocorram coisas bem previsíveis.
Som e Gráficos:
O som do jogo é excelente, dublagens bem feitas, os sons sejam de explosões ou de objetos se partindo são bastante reais - até a "ausência" de som nos momentos em que o jogador entra no vácuo. Todo o conjunto funciona perfeitamente para compor o clima de um bom jogo de terror. Os gráficos também são muito bons, não são nem extraordinários, nem muito simples. As cut-cenes também ficaram muito bem feitas. A aparência do sangue e dos corpos ficaram perfeitos. E a forma como o sangue e os corpos flutuam na ausência de gravidade é simplesmente perturbadora.
Balanço Final:
Dead Space é um ótimo jogo, apesar de pequenos problemas na mecânica do jogo e de sua linearidade de objetivos, uma história envolvente, os bons gráficos, o ótimo som e uma jogabilidade bem bolada redimem qualquer um desses pequenos erros. Podemos dizer que com certeza Dead Space por merecer um lugar de destaque na história do survival horror.
Se você é um fã do gênero, é uma ótima pedida. Se você não é, mas ainda assim gostar de um jogo com uma boa história, também recomendo o Dead Space. Mas se você não gsota do gênero e nem se importa com história, é melhor evitar esse jogo.
Pois é, essa foi minha análise, dei uma mudada em relação às outras e gostaria de saber a opinião de vocês para saber se assim ficou melhor. Qualquer dia desses eu falo sobre a continuação do jogo. Inté a próxima!
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Análise:Alien Vs. Predador
A série Alien Vs. Predador se iniciou em uma minissérie lançada pela Darkhorse por volta de 1980, a mini rendeu várias outras séries, crossovers com outros personagens, jogos e infelizmente dois filmes. Os jogos da franquia foram:
-Aliens Vs. Predator para o Super Nintendo (1994)
-Alien Vs. Predator: The Last Of His Clan para Gameboy (1994)
-Alien Vs. Predator para Arcade (1994)
-Alien Vs. Predator para o Atari Jaguar (1994)
-Aliens Vs. Predator para PC e Macintosh (1999)
-Aliens Vs. Predator 2 para PC(em 2001) e Mac (2002)
-Aliens Vs. Predator 2:The Primal Hunte uma expansão do jogo de 2001 para os PCs.
-Aliens Vs. Predator:Extinction para o PS2 e o X-BOX (2003)
-Dois (porém com dus desenvolvedoras diferentes)Aliens Vs. Predaotr para celulares em 2004
-Aliens Vs. Predator 3D para celulares (2005)
-Aliens Vs. Predator:Requien para PSP (2007) baseado no filme aqui conhecido como AVP 2
-Aliens Vs. Predator 2:Requien 2D para celulares (2007).
e por fim o alvo de nossa análise de hoje:
Aliens Vs. Predator (2010):

Ficha Técnica:
Desenvolvedora:Rebellion games (que já desenvolveu alguns jogos da franquia)
Distribuidora:Sega
Lançamento:16 de Fevereiro de 2010
Outras Plataformas:PC e PS3
História:
No jogo você tem a liberdade de escolher a campanha de uma das três espécies: Predador (com direito as armas e a invisibilidade e de quebra são os mais fortes do jogo), os Aliens (absurdamente rápidos e ágeis e podem subir em qualquer superfície, pessoas com problemas de enjôo tomem cuidado!) e os pobres e infelizes humanos (os mais fracos). A história é diferente para cada uma das espécies apesar de que em alguns momentos as história se cruzam.
Jogabilidade:
Cada uma das espécies apresenta uma mecânica própria. Vou tentar descrever um pouco cada uma delas:
Predador:

Como Predador as missões tem um carácter mais de infiltração, com direito a finalização brutais (só perdendo na brutalidade para os Aliens). Os humanos podem ser mortos silenciosamente já os Aliens terão que ser derrubados na marra. Os equipamentos do Predador como o canhão de plasma e o disco podem ser usados (apesar de que nem todos estão disponíveis no começo do jogo) e alguns dele custam energia sendo necessária a busca por geradores humanos para a recarga. Os confrontos com os Aliens são interessantes porém com o passar do tempo fica muito repetitivo. No geral é a melhor campanha do jogo, bem elaborada, um sistema de combate muito interessante e uma ótima história.
Alien:

A segunda melhor campanha do jogo. A grande vantagem do Alien é a sua grande mobilidade, podendo subir praticamente em qualquer superfície (quem tiver problemas com vertigem é bom tomar cuidado). Como Alien também há a opção da morte silenciosa e uma opção extra: criar novos Aliens a partir dos civis indefesos do jogo. A opção de combate também está disponível com essa espécie.
Humano:

O mais fraco dos três, seja na história ou no geral. Seguindo o esquema de Halo 3:ODST, nessa campanha você é um fuzileiro novato que não fala ao longo do jogo. A campanha apresenta uma boa história mas a jogabbilidade é só mais do mesmo, nada muito criativo ou original.
Gráficos:
Os gráficos do jogo são muito bons,as CGs também não tão pra menos.
Geral:

No geral Aliens Vs. Predator é um bom jogo, apesar de não ser nada de realmente novo ou oferecer nada muito interessante as duas estrelas do jogo receberam um tratamento excelente contendo, se não tudo, quase tudo o que pode ser visto nos seus filmes. Uma ótima pedida para os fãs da série mas se você procura um bom tiro em primeira pessoa e não curte nenhum dos dois protagonistas a jogos melhores no mercado.
Nota: 7,7 (de 10) - Bom
-Aliens Vs. Predator para o Super Nintendo (1994)
-Alien Vs. Predator: The Last Of His Clan para Gameboy (1994)
-Alien Vs. Predator para Arcade (1994)
-Alien Vs. Predator para o Atari Jaguar (1994)
-Aliens Vs. Predator para PC e Macintosh (1999)
-Aliens Vs. Predator 2 para PC(em 2001) e Mac (2002)
-Aliens Vs. Predator 2:The Primal Hunte uma expansão do jogo de 2001 para os PCs.
-Aliens Vs. Predator:Extinction para o PS2 e o X-BOX (2003)
-Dois (porém com dus desenvolvedoras diferentes)Aliens Vs. Predaotr para celulares em 2004
-Aliens Vs. Predator 3D para celulares (2005)
-Aliens Vs. Predator:Requien para PSP (2007) baseado no filme aqui conhecido como AVP 2
-Aliens Vs. Predator 2:Requien 2D para celulares (2007).
e por fim o alvo de nossa análise de hoje:
Aliens Vs. Predator (2010):
Ficha Técnica:
Desenvolvedora:Rebellion games (que já desenvolveu alguns jogos da franquia)
Distribuidora:Sega
Lançamento:16 de Fevereiro de 2010
Outras Plataformas:PC e PS3
História:
No jogo você tem a liberdade de escolher a campanha de uma das três espécies: Predador (com direito as armas e a invisibilidade e de quebra são os mais fortes do jogo), os Aliens (absurdamente rápidos e ágeis e podem subir em qualquer superfície, pessoas com problemas de enjôo tomem cuidado!) e os pobres e infelizes humanos (os mais fracos). A história é diferente para cada uma das espécies apesar de que em alguns momentos as história se cruzam.
Jogabilidade:
Cada uma das espécies apresenta uma mecânica própria. Vou tentar descrever um pouco cada uma delas:
Predador:
Como Predador as missões tem um carácter mais de infiltração, com direito a finalização brutais (só perdendo na brutalidade para os Aliens). Os humanos podem ser mortos silenciosamente já os Aliens terão que ser derrubados na marra. Os equipamentos do Predador como o canhão de plasma e o disco podem ser usados (apesar de que nem todos estão disponíveis no começo do jogo) e alguns dele custam energia sendo necessária a busca por geradores humanos para a recarga. Os confrontos com os Aliens são interessantes porém com o passar do tempo fica muito repetitivo. No geral é a melhor campanha do jogo, bem elaborada, um sistema de combate muito interessante e uma ótima história.
Alien:
A segunda melhor campanha do jogo. A grande vantagem do Alien é a sua grande mobilidade, podendo subir praticamente em qualquer superfície (quem tiver problemas com vertigem é bom tomar cuidado). Como Alien também há a opção da morte silenciosa e uma opção extra: criar novos Aliens a partir dos civis indefesos do jogo. A opção de combate também está disponível com essa espécie.
Humano:
O mais fraco dos três, seja na história ou no geral. Seguindo o esquema de Halo 3:ODST, nessa campanha você é um fuzileiro novato que não fala ao longo do jogo. A campanha apresenta uma boa história mas a jogabbilidade é só mais do mesmo, nada muito criativo ou original.
Gráficos:
Os gráficos do jogo são muito bons,as CGs também não tão pra menos.
Geral:
No geral Aliens Vs. Predator é um bom jogo, apesar de não ser nada de realmente novo ou oferecer nada muito interessante as duas estrelas do jogo receberam um tratamento excelente contendo, se não tudo, quase tudo o que pode ser visto nos seus filmes. Uma ótima pedida para os fãs da série mas se você procura um bom tiro em primeira pessoa e não curte nenhum dos dois protagonistas a jogos melhores no mercado.
Nota: 7,7 (de 10) - Bom
segunda-feira, 5 de julho de 2010
X-Men Origins: Wolverine (Jogo)
Bom, na minha segunda análise vou falar sobre um caso raro na indústria dos jogos: um bom jogo baseado em filme. O alvo será o jogo X-Men Origins:Wolverine baseado no fraquíssimo e bizarro filme (ainda não acredito no que fizeram com o Deadpool). Então sem mais delongas vamos ao que interessa.
X-MEN ORIGINS:WOLVERINE (versão avaliada X-BOX 360)

Ficha:
Produtora: Raven Software
Distribuidora:Activision
Gênero:Ação
Data de Lançamento:2009
Outras versões disponíveis:PCs, PS2, PS3, Wii, DS, PSP.
História:
A história se baseia no filme mas também toma suas próprias liberdades o que termina por ter um resultado muito bom (leia-se Sentinela), a história do jogo só tem uma grande falha, se basear na do filme.

Jogabilidade:
A jogabilidade é outro ponto forte do jogo, controles simples de fácil memorização, e de resultados incríveis apesar de que em alguns momentos se nota uma certa semelhança com uma certa franquia da Sony, mas ao contrário do maldito Ghost Rider (oh jogo ruim!), X-Men Origins soube como aproveitar a idéia da mecânica de God Of War e como usá-la de uma forma que tornasse o jogo em algo interessante e que não fosse uma cópia descarada (aprenda com a Raven, Climax!), como um todo a jogabilidade é de uma fluidez incrível só perdendo, talvez, para a do Arkham Asylum (análise pendente). Outra grande sacada é o fator de cura, que funciona como o escudo do Master Chief durante o primeiro jogo de Halo (Halo:Combat Envolved - PC), ou seja primeiro temos um "escudo" e quando esse "escudo" é esgotado os danos começam a tirar vida do personagem, ao se afastar dos combates e ficando algum tempo sem levar danos fazem com que tudo volte ao normal, mas ver partes do esqueleto do Wolverine e depois ver essas mesmas partes voltando ao estado normal é algo que não cansa.
Gráficos:
No geral o jogo apresenta bons gráficos e ótimas CGs, apesar de em alguns momentos ocorrer uma queda na qualidade.

Geral:
A Raven soube como produzir um excelente jogo com o mutante mais popular da Marvel Comics (desde X-Men Legends ela consegue bons resultados), o fato dela ter tido um bom tempo para trabalhar no jogo também ajuda (desde antes do filme ser anunciado a Raven já vinha trabalhando em um jogo do Wolverine), em alguns momentos é possível ter uma clara visão de que o jogo sofre grande influência de God Of War, mas nem por isso se torna uma cópia descarada (vale lembrar que o estilo de Kratos é idêntico ao do Wolverine). O jogo também quebra um fato tido como imútavel e mostra que sim, é possível fazer um bom jogo baseado em filmes, tudo o que é preciso é tempo para se trabalhar e uma equipe criativa, aprenda com a Raven SEGA! Outro bônus do jogo são os uniformes extras que podem ser desbloqueados ao longo do jogo. Em minha opinião só faltou mesmo aquelas capas de gibis que apareciam até pouco tempo nos jogos de heróis.
Nota - 9,8 (excelente)
X-MEN ORIGINS:WOLVERINE (versão avaliada X-BOX 360)
Ficha:
Produtora: Raven Software
Distribuidora:Activision
Gênero:Ação
Data de Lançamento:2009
Outras versões disponíveis:PCs, PS2, PS3, Wii, DS, PSP.
História:
A história se baseia no filme mas também toma suas próprias liberdades o que termina por ter um resultado muito bom (leia-se Sentinela), a história do jogo só tem uma grande falha, se basear na do filme.
Jogabilidade:
A jogabilidade é outro ponto forte do jogo, controles simples de fácil memorização, e de resultados incríveis apesar de que em alguns momentos se nota uma certa semelhança com uma certa franquia da Sony, mas ao contrário do maldito Ghost Rider (oh jogo ruim!), X-Men Origins soube como aproveitar a idéia da mecânica de God Of War e como usá-la de uma forma que tornasse o jogo em algo interessante e que não fosse uma cópia descarada (aprenda com a Raven, Climax!), como um todo a jogabilidade é de uma fluidez incrível só perdendo, talvez, para a do Arkham Asylum (análise pendente). Outra grande sacada é o fator de cura, que funciona como o escudo do Master Chief durante o primeiro jogo de Halo (Halo:Combat Envolved - PC), ou seja primeiro temos um "escudo" e quando esse "escudo" é esgotado os danos começam a tirar vida do personagem, ao se afastar dos combates e ficando algum tempo sem levar danos fazem com que tudo volte ao normal, mas ver partes do esqueleto do Wolverine e depois ver essas mesmas partes voltando ao estado normal é algo que não cansa.
Gráficos:
No geral o jogo apresenta bons gráficos e ótimas CGs, apesar de em alguns momentos ocorrer uma queda na qualidade.
Geral:
A Raven soube como produzir um excelente jogo com o mutante mais popular da Marvel Comics (desde X-Men Legends ela consegue bons resultados), o fato dela ter tido um bom tempo para trabalhar no jogo também ajuda (desde antes do filme ser anunciado a Raven já vinha trabalhando em um jogo do Wolverine), em alguns momentos é possível ter uma clara visão de que o jogo sofre grande influência de God Of War, mas nem por isso se torna uma cópia descarada (vale lembrar que o estilo de Kratos é idêntico ao do Wolverine). O jogo também quebra um fato tido como imútavel e mostra que sim, é possível fazer um bom jogo baseado em filmes, tudo o que é preciso é tempo para se trabalhar e uma equipe criativa, aprenda com a Raven SEGA! Outro bônus do jogo são os uniformes extras que podem ser desbloqueados ao longo do jogo. Em minha opinião só faltou mesmo aquelas capas de gibis que apareciam até pouco tempo nos jogos de heróis.
Nota - 9,8 (excelente)
terça-feira, 1 de junho de 2010
Evil Dead:A Fistful Of Boomstick
Bom, como primeira análise vou falar sobre um bom jogo para PS2 baseado na série Evil Dead (conhecida, no Brasil, como Uma Noite Alucinante a partir do segundo filme). Essa vai ser minha primeira análise de um jogo, então qualquer dica de como melhorar será muito bem vinda, sem mais delongas aqui vamos nós:
Evil Dead:A Fistful Of Boomstick (PS2)

Ficha:
Produtora:VIS Entertainment
Distribuidora:THQ
Gênero:Ação
Data de lançamento:2o de Maio de 2003
Outras versões disponíveis:X-Box
História:
Como já disse, esse jogo foi baseado na série Evil Dead (dirigida pelo Sam Raimi, é, esse mesmo que dirigiu os 3 filmes do Homem-Aranha.), para quem não conhece não vou tentar fazer uma introdução porque sou péssimo nisso e posso acabar falando demais e estragando o filme. Tudo o que vocês precisam saber é que o herói da série, Ash (Bruce Campbell) luta contra os Deadites (zumbis invocados pelo Necronomicon) armado com uma calibre doze de cano serrado e uma motoserra na mão direita.
No jogo Ash (dublado pelo Bruce Campbell) armado de sua fiel doze e motoserra precisa enfrentar mais uma vez os Deadites libertados através da leitura do Necronomicon Ex Mortis (ou simplesmente livros dos mortos), só que desta vez o livro foi lido em uma rede de TV e transmitido para toda a cidade de Dearborn, o que termina por transformar basicamente quase todos os habitantes da cidade em zumbis.
Jogabilidade:
O jogo possui uma boa jogabilidade, apesar de que em certos momentos você possa ter uma certa dificuldade em realizar combos (leia-se empalar zumbis na motossera), mas com um pouco de prática tudo se resolve. O jogo em alguns momentos se torna bastante repetitivo tanto nas lutas, (os inimigos também não são lá muito inteligentes só se tornam um problema quando estiverem em grandes grupos. Já os chefes do jogo são os oponentes mais interessantes de todo o jogo.), ou nos objetivos (depois de um certo tempo se torna casativo ir do ponto A para o B depois voltar para o A e ir pro C.). Também há a presença de alguns pequenos quebra-cabeças, mas nada muito complicado. Outro ponot ruim é o fato de alguns cenários serem escuros ao ponto de não se conseguir enxergar muito bem o caminho.
O sistema de combate é bom apesar de ser um pouco limitado no que se diz respeito à combos (o melhor é empalar o inimigo na motoserra), além da motoserra, a calibre doze (carinhosamente batizada de pau de fogo) também se fazem presente no jogo, ao decorrer dele você vai conseguindo mais armas e também feitiços para auxiliar no serviço.
Gráficos:
Definitivamente é um dos pontos mais fracos do jogo, Ash ganhou uma modelagem muito boa, tão boa que gera uma sensação de estranheza quando comparado a outros personagens durante o jogo. As animações entre fases são muito bem feitas.
Som:
Trilha sonora muito boa (apesar de um pouco repetitiva) os sons dos tiros e da serra ficaram ótimos, sem falar na dublagem do Bruce Campbell.
Geral:A Fistful Of Boomstick é um ótimo jogo para PS2 apesar de possuir uma série de pequenos defeitos (boa parte deles resolvidos no Evil Dead Regeneration, que fica para uma próxima análise) isso não chega a afetar muito o jogo. O modo história é muito curto, mas há um modo de desafio que pode ser desbloqueado ao longo do jogo o que aumenta a vida útil do jogo (todos os extras são desbloqueados ao longo do modo história).
Nota:7,8 (de 10) - Bom.
Pois é, essa foi minha primeira análise, por favor comentem.
Evil Dead:A Fistful Of Boomstick (PS2)
Ficha:
Produtora:VIS Entertainment
Distribuidora:THQ
Gênero:Ação
Data de lançamento:2o de Maio de 2003
Outras versões disponíveis:X-Box
História:
Como já disse, esse jogo foi baseado na série Evil Dead (dirigida pelo Sam Raimi, é, esse mesmo que dirigiu os 3 filmes do Homem-Aranha.), para quem não conhece não vou tentar fazer uma introdução porque sou péssimo nisso e posso acabar falando demais e estragando o filme. Tudo o que vocês precisam saber é que o herói da série, Ash (Bruce Campbell) luta contra os Deadites (zumbis invocados pelo Necronomicon) armado com uma calibre doze de cano serrado e uma motoserra na mão direita.
No jogo Ash (dublado pelo Bruce Campbell) armado de sua fiel doze e motoserra precisa enfrentar mais uma vez os Deadites libertados através da leitura do Necronomicon Ex Mortis (ou simplesmente livros dos mortos), só que desta vez o livro foi lido em uma rede de TV e transmitido para toda a cidade de Dearborn, o que termina por transformar basicamente quase todos os habitantes da cidade em zumbis.
Jogabilidade:
O jogo possui uma boa jogabilidade, apesar de que em certos momentos você possa ter uma certa dificuldade em realizar combos (leia-se empalar zumbis na motossera), mas com um pouco de prática tudo se resolve. O jogo em alguns momentos se torna bastante repetitivo tanto nas lutas, (os inimigos também não são lá muito inteligentes só se tornam um problema quando estiverem em grandes grupos. Já os chefes do jogo são os oponentes mais interessantes de todo o jogo.), ou nos objetivos (depois de um certo tempo se torna casativo ir do ponto A para o B depois voltar para o A e ir pro C.). Também há a presença de alguns pequenos quebra-cabeças, mas nada muito complicado. Outro ponot ruim é o fato de alguns cenários serem escuros ao ponto de não se conseguir enxergar muito bem o caminho.
O sistema de combate é bom apesar de ser um pouco limitado no que se diz respeito à combos (o melhor é empalar o inimigo na motoserra), além da motoserra, a calibre doze (carinhosamente batizada de pau de fogo) também se fazem presente no jogo, ao decorrer dele você vai conseguindo mais armas e também feitiços para auxiliar no serviço.
Gráficos:
Definitivamente é um dos pontos mais fracos do jogo, Ash ganhou uma modelagem muito boa, tão boa que gera uma sensação de estranheza quando comparado a outros personagens durante o jogo. As animações entre fases são muito bem feitas.
Som:
Trilha sonora muito boa (apesar de um pouco repetitiva) os sons dos tiros e da serra ficaram ótimos, sem falar na dublagem do Bruce Campbell.
Geral:A Fistful Of Boomstick é um ótimo jogo para PS2 apesar de possuir uma série de pequenos defeitos (boa parte deles resolvidos no Evil Dead Regeneration, que fica para uma próxima análise) isso não chega a afetar muito o jogo. O modo história é muito curto, mas há um modo de desafio que pode ser desbloqueado ao longo do jogo o que aumenta a vida útil do jogo (todos os extras são desbloqueados ao longo do modo história).
Nota:7,8 (de 10) - Bom.
Pois é, essa foi minha primeira análise, por favor comentem.
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Uma Noite Alucinante
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