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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Especial de Halloween:Ano I - Slender

  Saudações fieis leitores! Preparem-se para adentrar em um reino de horror e pesadelo (ou assim eu queria...), pois este é o especial de Dia das Bruxas do Lugar Comum! Bwahahahahaha! Na primeira postagem especial do mês de Outubro, falemos sobre um jogo extremamente assustador, capaz de transformar o mais bravo dos homens em uma criancinha assustada. Sem mais delongas, eu vos apresento....



  Creio que alguns de vos, exploradores dos reinos ocultos e medonhos da internet, já devem ter ouvido falar ou visto algum vídeo de algum pobre coitado desavisado jogando este jogo. Mas para aqueles que não o conhecem, vamos fazer uma breve explanação sobre do que se trata o jogo. Bom, basicamente, por algum motivo não revelado mas que se supõem de grande importância, você, um jovem desavisado, resolveu adentrar em uma floresta sinistra no meio da noite para procurar alguns papéis pendurados nas árvores com desenhos infantis (????). O que você não sabia, ou sabia e não queria acreditar, é que a floresta é o lar do Slenderman (Homem Esguio em uma tradução livre). Mas o que é esse tal de Slenderman, você me pergunta? Bem, tentarei sanar vossas dúvidas, adoráveis peregrinos.

  O Slenderman é uma lenda urbana. É descrito como um homem alto e magro vestido um paletó e sem rosto (vide ilustração ao lado) que habita florestas ou lugares com muitas árvores e próximos à rios, pois teria como se camuflar melhor. Ele rapta crianças e, entre suas habilidades, estaria o poder de esticar seus braços, transformar os dedos em tentáculos e aumentar seu tamanho. Uma vez de tamanho aumentado e braços estendidos, ele conseguiria hipnotizar sua vítima. Os rumores dizem que quando ele aparece por perto, seja em alguma foto ou é avistado por alguma criança, alguma criança das redondezas termina desaparecendo. Sinistro, não?
 Então, voltando ao ponto. Seu objetivo é cruzar uma floresta a noite, munido apenas de uma lanterna, e encontrar oito desses papéis sem ser capturado pelo Slenderman. Parece fácil, não é? Bom na realidade não é bem assim.


Você não tem como saber onde ele vai aparecer, sua única dica é a estática que domina a tela a medida em que ele se aproxima de você ou vice-versa. Você não pode olhar para o rosto dele caso contrário é game over. Você está procurando várias coisas em uma maldita floresta enquanto ele só procura você e, aparentemente tem poderes de teleporte. Pois é,  a vida não é nada fácil para gente normal...

O jogo é sem dúvida um dos mais bem sacados que eu já vi. Tudo trabalha de uma maneira magistral para criar o clima de horror. O cenário fantasmagórico ( uma floresta à noite e com névoa), a música é fantástica para criar o clima, lembrando até mesmo o clássico Tubarão, e a cereja do bolo é a própria incerteza sobre onde o Slenderman vai fazer sua aparição. É o grande barato do jogo pois é isso (junto com a música) que cria aquele clima de verdadeiro horror, aquele clima de suspense e medo que deixa o jogador suando frio e com o coração pela boca, mesmo porque a aparência do Slenderman não é tão assustadora assim.

Para aqueles corajosos o bastante, o jogo pode ser baixado no site Slender Game, e é bem pequeninho. Para os que não são tão corajosos, aqui vai um vídeo do jogo, cortesia do blog Lugar Comum:


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Melhores Jogos Baseados em Super-Heróis

Saudações, seletos membros da seita dos nerds! Como prometido há algum tempo, trago até vocês à outra metade da laranja, a tão almejada caminhada pelos campos do Paraíso depois da agonizante estadia no Inferno. Sim, vamos falar sobre os cinco melhores jogos já feitos levando o nome de heróis.


5 - Justice League Heroes (2006) para PS2, PSP, X-Box, GameBoy Advance e Nintendo DS



Os maiores heróis da DC unidos em um jogo. Bons gráficos (apesar de eu não ter curtido muito aquele Batman), uma história razoável, a oportunidade de usar os maiores heróis da DC em um único jogo e um bruta combate final contra Darkseid, como não gostar disso? Admito que o jogo não é nenhum MUA e que é um pouco chato ficar limitado à apenas dois personagens por fase, mas quem nunca quis jogar um jogo que permitisse sair no braço contra Darkseid com os melhores do mundo?


4 - The Incredible Hulk:Ultimate Destruction (2005) para PS2, X-Box e Gamecube:


Bem, os gráficos podem não ser os melhores, mas uma ótima jogabilidade recheada de combos incríveis, uma história bem contada, a grande sacada de deixar o Golias Esmeralda livre pelas ruas de uma cidade movimentada e com licença para destruir, além de batalhas épicas contra chefes que realmente "pensam"e que podem te arremessar contra um prédio sem pensar duas vezes, tornam este um dos mais divertidos e mais bem feitos jogos a carregar o nome de um herói.


3 - X-Men Legends (2004) para PS2, GameCube e X-Box


Um memorável RPG que lhe permite controlar até 4 personagens da equipe mutante de uma vez. Uma história fantástica, belos gráficos, combates e cut scenes épicas, um sistema de personalização para os personages...Cara, esse foi um excelente jogo e rendeu uma continuação no ano seguinte chamada Rise Of Apocalypse, sem falar que foi a base para o Marvel Ultimate Alliance.



2 - Spider-Man (2000) para PS1 e Nintendo 64

Ah, clássico dos clássicos. Esse foi um dos melhores jogos do Aranha. Admito que é crueldade ter que escolher um em detrimento de tantos outros, mas sem dúvidas esse aqui merece seu lugar neste Top Five. Uma história marcante que reúne grandes personagens, sejam eles aliados ou vilões e aquela maravilhosa ideia de deixar as capas de HQs espalhadas pela fase...Esse jogo marcou a infância de muita gente...


1 - Batman: Arkham City (2011) para PS3, X-Box 360 e PC


Sim, o melhor jogo já feito sobre o Cavaleiro das Trevas é o escolhido para figurar no primeiro lugar deste Top Five! Uma história envolvente e bem bolada (pelo menos até a metade do jogo na minha modesta e chata opinião), uma jogabilidade de outro mundo, um mundo aberto na pior área que Gotham pode oferecer e vilões e mais vilões (incluindo uma bela luta contra o Sr. Frio) tornam este jogo merecedor de seu nome e uma continuação digna do Arkham Asylum.


Bem, senhoras e senhores, este foi o meu Top Five. Concordam? Discordam? Acham que a Marvel foi favorecida demais? Deixem sua opinião nos comentários abaixo!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Análise: Dead Space

Saudações fieis leitores, hoje venho para vos falar sobre um jogo deveras interessante e divertido. O terror espacial lançado em 20 de Outubro de 2008 e conhecido como Dead Space, que já rendeu uma continuação, uma animação e uma série de quadrinhos. Sem mais delongas aqui vamos nós!


DEAD SPACE (2008):




Ficha Técnica:
Desenvolvedora: Visceral Games (antiga EA Redwood Shores)
Distribuidora: EA Games
Gênero: Survival Horror, Third-Person Shooter
Lançamento:14 de Outubro de 2008 - X-Box e PS3 20 de Outubro - PCs
Outras versões disponíveis: PS3 e PCs.

HISTÓRIA:

Vamos começar com o tópico mais interessante do jogo a história. No começo do jogo somos apresentados ao engenheiro Isaac Clark - o protagonista do jogo (cujo nome é uma referência à dois grandes escritores de ficção científica, Isaac Asimov e Arthur C. Clark - Kendra Daniels e Zach Hammond, membros da tripulação da nave Kellion enviada para averiguar e reparar o grande cargueiro USG Ishimura, que deixou de se comunicar à muito tempo com o mundo exterior. Isaac, porém, tem mais um motivo para estar nessa expedição. Sua namorada desaparecida, Nicole, que era uma das tripulantes do Ishimura. A isso segue-se a aterrissagem na Ishimura, e a descoberta de que algo está terrivelmente errado. Esse algo são os necromorphs (necromorfos em uma tradução livre), uma bactéria que possui cadáveres lhes devolvendo a vida em uma forma distorcida e bizarra. Some-se a isso a presença de uma estranha seita religiosa dentro da nave e a presença de um bizarro artefato e você vai ter uma história que se desenvolve marivilhosamente bem, chegando a um final inesperado - e sensacional.



Este é o inimigo, lembre-se de atirar nos membros.

Jogabilidade:

Os controles do jogo funcionam bem, apesar de que o combate corpo à corpo ter seus problemas. A "sacada" de ter que desmembrar os necromorphs para matá-los efetivamente dá um tom estratégico ao jogo - apesar de que com o tempo isso se torne repetitivo. Ao longo do jogo também será possível fazer upgrades em suas armas e comprar novas armaduras que lhe darão maior proteção e mais espaço no inventário.
A ação brutal é compensada com quebra-cabeças bem interessantes, mas os objetivos são muito lineares - nada que vá atrapalhar muito o jogo. As lutas com os chefes são bem divertidas e exigem por vezes uma estratégia.
Outra coisa bastante interessante do jogo é que apesar de ser um shooter, ele ocorre inteiramente em terceira pessoa - o que ajuda a dar forma ao clima de terror - e o HUD foi sabiamente simplificado - a vida é medida através do fluído espinhal que se encontra nas costas de Isaac, e a munição pode ser vista na própria arma.
Como qualquer jogo de terror que se preze, há uma grande quantidade de sustos, corpos desemembrados e sangue por todo o jogo - apesar de que em alguns momentos ocorram coisas bem previsíveis.

Necromorph, Arma. Arma, Necromorph.


Som e Gráficos:

O som do jogo é excelente, dublagens bem feitas, os sons sejam de explosões ou de objetos se partindo são bastante reais - até a "ausência" de som nos momentos em que o jogador entra no vácuo. Todo o conjunto funciona perfeitamente para compor o clima de um bom jogo de terror. Os gráficos também são muito bons, não são nem extraordinários, nem muito simples. As cut-cenes também ficaram muito bem feitas. A aparência do sangue e dos corpos ficaram perfeitos. E a forma como o sangue e os corpos flutuam na ausência de gravidade é simplesmente perturbadora.


Isso não é um encontro de velhos amigos.




Balanço Final:

Dead Space é um ótimo jogo, apesar de pequenos problemas na mecânica do jogo e de sua linearidade de objetivos, uma história envolvente, os bons gráficos, o ótimo som e uma jogabilidade bem bolada redimem qualquer um desses pequenos erros. Podemos dizer que com certeza Dead Space por merecer um lugar de destaque na história do survival horror.
Se você é um fã do gênero, é uma ótima pedida. Se você não é, mas ainda assim gostar de um jogo com uma boa história, também recomendo o Dead Space. Mas se você não gsota do gênero e nem se importa com história, é melhor evitar esse jogo.


Não, ele não é um face hunger.




Pois é, essa foi minha análise, dei uma mudada em relação às outras e gostaria de saber a opinião de vocês para saber se assim ficou melhor. Qualquer dia desses eu falo sobre a continuação do jogo. Inté a próxima!

domingo, 15 de maio de 2011

Piores jogos baseados em Super Heróis

Olá de novo, fieis leitores. Após um post dedicado aos quadrinhos vamos voltar a falar sobre jogos. Desta vez, vamos falar sobre os cinco piores jogos já feitos envolvendo os nomes de super-heróis - alguns deles feitos para sairem junto com os filmes o que ajuda em muito para piorar a situação. Então sem mais delongas começemos o massacre:


5 - Batman & Robin (1998) para PS1:


Baseado no infame filme de mesmo nome, o jogo até que tinha uma premissa legal, com a possibilidade de se explorar a Batcaverna, dirigir por toda Gotham City, usar o Batman, o Robin ou a Batgirl e até usar a cabeça para descobrir onde o Sr.Frio irira realizar os seus ataques mas uma camêra péssima, controles terríveis, movimentos muito travados e gráficos horríveis fazem desse jogo uma bela porcaria.


4 - Spawn: Armagedon (2003) para PS2, x-Box e GameCube:


Taí, esse jogo até que não é tão ruim assim. A história é bem legal, os sons também ficaram muito bons, as duas únicas animações do jogo são bem feitas, e possui uma galeria com as capas dos quadrinhos (Deus, como sinto falta disso em um jogo!). Mas os gráficos do jogo são bem fraquinhos, os controles absurdamente repetitivos (é sério, só há no maximo dois combos em todo o jogo)de modo que a solução para todos os seus problemas se resume a apertar o botão de ataque sem parar (as armas e os poderes são quase enfeites), não existe inteligência artificial e quase todos os chefes por algum motivo são gigantes,


3 - Ghost Rider (2007) para PS2, PSP e GBA:


Meu Deus, esse jogo consegue dar nojo! A história é decente com referências e aparições de personagens clássicos da mitologia do Motoqueiro, mas os controles são péssimos, há pouca diversidade nos inimigos, as fases com a moto são medíocres, os gráficos são péssimos, os ataques são plágios descarados do Kratos de God Of War (até o som da barra de upgrade é igual ao do God Of War!) e o pior o jogo não tem alma, fica a sensação de que falta algo - sem falar que o esquema de todo o jogo é: sair na porrada, avançar, mais porrada, porta trancada, desvio, porrada, volta para porta.


2- The Incredible Hulk (2008) para X-Box 360, PS3, PS2, PC, DS e Wii:


Bom, o que eu mais detestei nesse jogo foi que ele não possui vida, é um plágio descarado e piorado do excelente Ultimate Destruction para PS2, só que destrui o que foi aquele jogo. As lutas com os chefes que eram o melhor de UD aqui fora desgraçadamente limitidas (os chefes perderam quase toda a inteligência) e tiveram sua graça retirada, a história é muito fraca e as missões muito repetitivas. Uma ofensa ao que foi o Ultimate Destruction.


1-Iron Man 2 (2010) para PS3, X-Box 360, DS e Wii:




Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que p&%## foi essa? O jogo conseguiu ser pior do que o primeiro (exceto nos gráficos, que continuaram bem ruizinhos por sinal). A jogabilidade é um lixo, o sistema de mira não funciona, as lutas com os chefes são frustrantes em decorrência dos controles horríveis, os inimigos se repetem por todo o jogo, as fases são muito iguais e a falta de inteligência dos oponentes tira o resto da graça do jogo. A história é legal e bem bolada, mas nem ela salva esse lixo que foi o Iron Man 2 (que vergonha, Sega!).


Pois é, esse foi o meu Top Five dos jogos ruins, e vocês concordam com ele? discordam? acham que falta algum jogo? Sintam-se à vontade para deixar vossas impressões, fieis leitores.
Na próxima postagem, vou falar da nata dos jogos que levam o nome de heróis e que deviam servir de exemplo para todos os produtores de jogos. até lá!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Batman:Arkham City

Saudações aos fieis leitores! Voltando a postar assuntos relacionados a jogos, vou postar aqui o trailer do jogo que (em minha humilde opinião) vai ser o jogo do ano - Batman:Arkham City. O jogo continuação do espetacular Arkham Asylum (lançado em 2009) vai ler o maior detetive do mundo para dentro de Arlham City, um conjunto de bairros transformados em prisão e dirigido por um de seus grandes inimigos: Hugo Strange.



Alguma dúvida de que o jogo promete?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Parabéns pro Mario!


O tempo só o torna melhor.

Postagem rápida só para título de informação caros amigos. Hoje dia 13 de Setembro é o dia em que o Mario, não aquele que te pegou atrás do armário o encanador baixinho favorito de todos nós comemora 25 anos de carreira, no dia de 13 de Setembro de 1985 foi lançado o "Super Mario Bros." para o Nintendo 8-bits. No próximo ano eu crio vergonha e faço uma homenagem decente pro Mario, inté lá.

sábado, 11 de setembro de 2010

Fatos Irritantes dos Jogos de Tiro

Bom pessoal, só pra não perder a forma (e na falta de um assunto melhor) vou fazer uma lista com as 10 coisa que eu acho mais irritantes e nos jogos de tiro, sem mais delongas vamos lá:

1-Sempre há um sniper à espera, sempre.

2-Um parceiro da sua equipe sempre te mata.

3-Esse mesmo parceiro sempre diz que foi um acidente.

4-A munição sempre acaba quando você mais precisa.

5-Você sempre vai ser morto por alguém que vai chegar por trás.

6-Você pode errar as granadas e mísseis, mas granadas e mísseis nunca erram você.

7-Todo o seu reforço morre em cerca de 5 minutos.

8-Sempre tem algum imbecil que fica entre você e sua linha de tiro.

9-Você pode conseguir achar o sniper, mas o sniper acha você primeiro.

10-você sempre morre enquanto está recarregando a arma.


Pois é, esses são os 10 fatos que eu mais acho irritantes em um jogo de tiro, desculpem pela fraqueza dessa postagem mas é que sinceramente eu estava sem ideias, inté a próxima amigos!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Análise:Alien Vs. Predador

A série Alien Vs. Predador se iniciou em uma minissérie lançada pela Darkhorse por volta de 1980, a mini rendeu várias outras séries, crossovers com outros personagens, jogos e infelizmente dois filmes. Os jogos da franquia foram:

-Aliens Vs. Predator para o Super Nintendo (1994)
-Alien Vs. Predator: The Last Of His Clan para Gameboy (1994)
-Alien Vs. Predator para Arcade (1994)
-Alien Vs. Predator para o Atari Jaguar (1994)
-Aliens Vs. Predator para PC e Macintosh (1999)
-Aliens Vs. Predator 2 para PC(em 2001) e Mac (2002)
-Aliens Vs. Predator 2:The Primal Hunte uma expansão do jogo de 2001 para os PCs.
-Aliens Vs. Predator:Extinction para o PS2 e o X-BOX (2003)
-Dois (porém com dus desenvolvedoras diferentes)Aliens Vs. Predaotr para celulares em 2004
-Aliens Vs. Predator 3D para celulares (2005)
-Aliens Vs. Predator:Requien para PSP (2007) baseado no filme aqui conhecido como AVP 2
-Aliens Vs. Predator 2:Requien 2D para celulares (2007).

e por fim o alvo de nossa análise de hoje:


Aliens Vs. Predator (2010):
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Ficha Técnica:
Desenvolvedora:Rebellion games (que já desenvolveu alguns jogos da franquia)
Distribuidora:Sega
Lançamento:16 de Fevereiro de 2010
Outras Plataformas:PC e PS3

História:

No jogo você tem a liberdade de escolher a campanha de uma das três espécies: Predador (com direito as armas e a invisibilidade e de quebra são os mais fortes do jogo), os Aliens (absurdamente rápidos e ágeis e podem subir em qualquer superfície, pessoas com problemas de enjôo tomem cuidado!) e os pobres e infelizes humanos (os mais fracos). A história é diferente para cada uma das espécies apesar de que em alguns momentos as história se cruzam.

Jogabilidade:

Cada uma das espécies apresenta uma mecânica própria. Vou tentar descrever um pouco cada uma delas:

Predador:
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Como Predador as missões tem um carácter mais de infiltração, com direito a finalização brutais (só perdendo na brutalidade para os Aliens). Os humanos podem ser mortos silenciosamente já os Aliens terão que ser derrubados na marra. Os equipamentos do Predador como o canhão de plasma e o disco podem ser usados (apesar de que nem todos estão disponíveis no começo do jogo) e alguns dele custam energia sendo necessária a busca por geradores humanos para a recarga. Os confrontos com os Aliens são interessantes porém com o passar do tempo fica muito repetitivo. No geral é a melhor campanha do jogo, bem elaborada, um sistema de combate muito interessante e uma ótima história.


Alien:

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A segunda melhor campanha do jogo. A grande vantagem do Alien é a sua grande mobilidade, podendo subir praticamente em qualquer superfície (quem tiver problemas com vertigem é bom tomar cuidado). Como Alien também há a opção da morte silenciosa e uma opção extra: criar novos Aliens a partir dos civis indefesos do jogo. A opção de combate também está disponível com essa espécie.


Humano:

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O mais fraco dos três, seja na história ou no geral. Seguindo o esquema de Halo 3:ODST, nessa campanha você é um fuzileiro novato que não fala ao longo do jogo. A campanha apresenta uma boa história mas a jogabbilidade é só mais do mesmo, nada muito criativo ou original.

Gráficos:

Os gráficos do jogo são muito bons,as CGs também não tão pra menos.


Geral:

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No geral Aliens Vs. Predator é um bom jogo, apesar de não ser nada de realmente novo ou oferecer nada muito interessante as duas estrelas do jogo receberam um tratamento excelente contendo, se não tudo, quase tudo o que pode ser visto nos seus filmes. Uma ótima pedida para os fãs da série mas se você procura um bom tiro em primeira pessoa e não curte nenhum dos dois protagonistas a jogos melhores no mercado.


Nota: 7,7 (de 10) - Bom

segunda-feira, 5 de julho de 2010

X-Men Origins: Wolverine (Jogo)

Bom, na minha segunda análise vou falar sobre um caso raro na indústria dos jogos: um bom jogo baseado em filme. O alvo será o jogo X-Men Origins:Wolverine baseado no fraquíssimo e bizarro filme (ainda não acredito no que fizeram com o Deadpool). Então sem mais delongas vamos ao que interessa.

X-MEN ORIGINS:WOLVERINE (versão avaliada X-BOX 360)
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Ficha:
Produtora: Raven Software
Distribuidora:Activision
Gênero:Ação
Data de Lançamento:2009
Outras versões disponíveis:PCs, PS2, PS3, Wii, DS, PSP.

História:

A história se baseia no filme mas também toma suas próprias liberdades o que termina por ter um resultado muito bom (leia-se Sentinela), a história do jogo só tem uma grande falha, se basear na do filme.

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Jogabilidade:

A jogabilidade é outro ponto forte do jogo, controles simples de fácil memorização, e de resultados incríveis apesar de que em alguns momentos se nota uma certa semelhança com uma certa franquia da Sony, mas ao contrário do maldito Ghost Rider (oh jogo ruim!), X-Men Origins soube como aproveitar a idéia da mecânica de God Of War e como usá-la de uma forma que tornasse o jogo em algo interessante e que não fosse uma cópia descarada (aprenda com a Raven, Climax!), como um todo a jogabilidade é de uma fluidez incrível só perdendo, talvez, para a do Arkham Asylum (análise pendente). Outra grande sacada é o fator de cura, que funciona como o escudo do Master Chief durante o primeiro jogo de Halo (Halo:Combat Envolved - PC), ou seja primeiro temos um "escudo" e quando esse "escudo" é esgotado os danos começam a tirar vida do personagem, ao se afastar dos combates e ficando algum tempo sem levar danos fazem com que tudo volte ao normal, mas ver partes do esqueleto do Wolverine e depois ver essas mesmas partes voltando ao estado normal é algo que não cansa.

Gráficos:

No geral o jogo apresenta bons gráficos e ótimas CGs, apesar de em alguns momentos ocorrer uma queda na qualidade.

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Geral:

A Raven soube como produzir um excelente jogo com o mutante mais popular da Marvel Comics (desde X-Men Legends ela consegue bons resultados), o fato dela ter tido um bom tempo para trabalhar no jogo também ajuda (desde antes do filme ser anunciado a Raven já vinha trabalhando em um jogo do Wolverine), em alguns momentos é possível ter uma clara visão de que o jogo sofre grande influência de God Of War, mas nem por isso se torna uma cópia descarada (vale lembrar que o estilo de Kratos é idêntico ao do Wolverine). O jogo também quebra um fato tido como imútavel e mostra que sim, é possível fazer um bom jogo baseado em filmes, tudo o que é preciso é tempo para se trabalhar e uma equipe criativa, aprenda com a Raven SEGA! Outro bônus do jogo são os uniformes extras que podem ser desbloqueados ao longo do jogo. Em minha opinião só faltou mesmo aquelas capas de gibis que apareciam até pouco tempo nos jogos de heróis.


Nota - 9,8 (excelente)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Evil Dead:A Fistful Of Boomstick

Bom, como primeira análise vou falar sobre um bom jogo para PS2 baseado na série Evil Dead (conhecida, no Brasil, como Uma Noite Alucinante a partir do segundo filme). Essa vai ser minha primeira análise de um jogo, então qualquer dica de como melhorar será muito bem vinda, sem mais delongas aqui vamos nós:

Evil Dead:A Fistful Of Boomstick (PS2)

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Ficha:
Produtora:VIS Entertainment
Distribuidora:THQ
Gênero:Ação
Data de lançamento:2o de Maio de 2003
Outras versões disponíveis:X-Box


História:
Como já disse, esse jogo foi baseado na série Evil Dead (dirigida pelo Sam Raimi, é, esse mesmo que dirigiu os 3 filmes do Homem-Aranha.), para quem não conhece não vou tentar fazer uma introdução porque sou péssimo nisso e posso acabar falando demais e estragando o filme. Tudo o que vocês precisam saber é que o herói da série, Ash (Bruce Campbell) luta contra os Deadites (zumbis invocados pelo Necronomicon) armado com uma calibre doze de cano serrado e uma motoserra na mão direita.
No jogo Ash (dublado pelo Bruce Campbell) armado de sua fiel doze e motoserra precisa enfrentar mais uma vez os Deadites libertados através da leitura do Necronomicon Ex Mortis (ou simplesmente livros dos mortos), só que desta vez o livro foi lido em uma rede de TV e transmitido para toda a cidade de Dearborn, o que termina por transformar basicamente quase todos os habitantes da cidade em zumbis.

Jogabilidade:
O jogo possui uma boa jogabilidade, apesar de que em certos momentos você possa ter uma certa dificuldade em realizar combos (leia-se empalar zumbis na motossera), mas com um pouco de prática tudo se resolve. O jogo em alguns momentos se torna bastante repetitivo tanto nas lutas, (os inimigos também não são lá muito inteligentes só se tornam um problema quando estiverem em grandes grupos. Já os chefes do jogo são os oponentes mais interessantes de todo o jogo.), ou nos objetivos (depois de um certo tempo se torna casativo ir do ponto A para o B depois voltar para o A e ir pro C.). Também há a presença de alguns pequenos quebra-cabeças, mas nada muito complicado. Outro ponot ruim é o fato de alguns cenários serem escuros ao ponto de não se conseguir enxergar muito bem o caminho.
O sistema de combate é bom apesar de ser um pouco limitado no que se diz respeito à combos (o melhor é empalar o inimigo na motoserra), além da motoserra, a calibre doze (carinhosamente batizada de pau de fogo) também se fazem presente no jogo, ao decorrer dele você vai conseguindo mais armas e também feitiços para auxiliar no serviço.

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Gráficos:
Definitivamente é um dos pontos mais fracos do jogo, Ash ganhou uma modelagem muito boa, tão boa que gera uma sensação de estranheza quando comparado a outros personagens durante o jogo. As animações entre fases são muito bem feitas.

Som:
Trilha sonora muito boa (apesar de um pouco repetitiva) os sons dos tiros e da serra ficaram ótimos, sem falar na dublagem do Bruce Campbell.

Geral:A Fistful Of Boomstick é um ótimo jogo para PS2 apesar de possuir uma série de pequenos defeitos (boa parte deles resolvidos no Evil Dead Regeneration, que fica para uma próxima análise) isso não chega a afetar muito o jogo. O modo história é muito curto, mas há um modo de desafio que pode ser desbloqueado ao longo do jogo o que aumenta a vida útil do jogo (todos os extras são desbloqueados ao longo do modo história).

Nota:7,8 (de 10) - Bom.


Pois é, essa foi minha primeira análise, por favor comentem.