domingo, 15 de maio de 2011

Piores jogos baseados em Super Heróis

Olá de novo, fieis leitores. Após um post dedicado aos quadrinhos vamos voltar a falar sobre jogos. Desta vez, vamos falar sobre os cinco piores jogos já feitos envolvendo os nomes de super-heróis - alguns deles feitos para sairem junto com os filmes o que ajuda em muito para piorar a situação. Então sem mais delongas começemos o massacre:


5 - Batman & Robin (1998) para PS1:


Baseado no infame filme de mesmo nome, o jogo até que tinha uma premissa legal, com a possibilidade de se explorar a Batcaverna, dirigir por toda Gotham City, usar o Batman, o Robin ou a Batgirl e até usar a cabeça para descobrir onde o Sr.Frio irira realizar os seus ataques mas uma camêra péssima, controles terríveis, movimentos muito travados e gráficos horríveis fazem desse jogo uma bela porcaria.


4 - Spawn: Armagedon (2003) para PS2, x-Box e GameCube:


Taí, esse jogo até que não é tão ruim assim. A história é bem legal, os sons também ficaram muito bons, as duas únicas animações do jogo são bem feitas, e possui uma galeria com as capas dos quadrinhos (Deus, como sinto falta disso em um jogo!). Mas os gráficos do jogo são bem fraquinhos, os controles absurdamente repetitivos (é sério, só há no maximo dois combos em todo o jogo)de modo que a solução para todos os seus problemas se resume a apertar o botão de ataque sem parar (as armas e os poderes são quase enfeites), não existe inteligência artificial e quase todos os chefes por algum motivo são gigantes,


3 - Ghost Rider (2007) para PS2, PSP e GBA:


Meu Deus, esse jogo consegue dar nojo! A história é decente com referências e aparições de personagens clássicos da mitologia do Motoqueiro, mas os controles são péssimos, há pouca diversidade nos inimigos, as fases com a moto são medíocres, os gráficos são péssimos, os ataques são plágios descarados do Kratos de God Of War (até o som da barra de upgrade é igual ao do God Of War!) e o pior o jogo não tem alma, fica a sensação de que falta algo - sem falar que o esquema de todo o jogo é: sair na porrada, avançar, mais porrada, porta trancada, desvio, porrada, volta para porta.


2- The Incredible Hulk (2008) para X-Box 360, PS3, PS2, PC, DS e Wii:


Bom, o que eu mais detestei nesse jogo foi que ele não possui vida, é um plágio descarado e piorado do excelente Ultimate Destruction para PS2, só que destrui o que foi aquele jogo. As lutas com os chefes que eram o melhor de UD aqui fora desgraçadamente limitidas (os chefes perderam quase toda a inteligência) e tiveram sua graça retirada, a história é muito fraca e as missões muito repetitivas. Uma ofensa ao que foi o Ultimate Destruction.


1-Iron Man 2 (2010) para PS3, X-Box 360, DS e Wii:




Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que p&%## foi essa? O jogo conseguiu ser pior do que o primeiro (exceto nos gráficos, que continuaram bem ruizinhos por sinal). A jogabilidade é um lixo, o sistema de mira não funciona, as lutas com os chefes são frustrantes em decorrência dos controles horríveis, os inimigos se repetem por todo o jogo, as fases são muito iguais e a falta de inteligência dos oponentes tira o resto da graça do jogo. A história é legal e bem bolada, mas nem ela salva esse lixo que foi o Iron Man 2 (que vergonha, Sega!).


Pois é, esse foi o meu Top Five dos jogos ruins, e vocês concordam com ele? discordam? acham que falta algum jogo? Sintam-se à vontade para deixar vossas impressões, fieis leitores.
Na próxima postagem, vou falar da nata dos jogos que levam o nome de heróis e que deviam servir de exemplo para todos os produtores de jogos. até lá!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Batman:Arkham City

Saudações aos fieis leitores! Voltando a postar assuntos relacionados a jogos, vou postar aqui o trailer do jogo que (em minha humilde opinião) vai ser o jogo do ano - Batman:Arkham City. O jogo continuação do espetacular Arkham Asylum (lançado em 2009) vai ler o maior detetive do mundo para dentro de Arlham City, um conjunto de bairros transformados em prisão e dirigido por um de seus grandes inimigos: Hugo Strange.



Alguma dúvida de que o jogo promete?

quarta-feira, 2 de março de 2011

Hqs no Brasil: Manifesto pela volta do Spawn

Bom, voltando de um longo período de ausência volto a postar neste blog, voltando a falar sobre HQs. Mas desta vez vou falar brevemente de uma campanha iniciada por Leandro Cruz (Leo Violador) colaborador do Spawn Alley para a volta das publicações das histórias do Soldado do Inferno aqui no Brasil.



A campanha(a grosso modo)busca a agariação de cadastros para mostrar que existe gente interessada pelo personagem em nosso país. Para quem não sabe as histórias do Spawn deixaram de ser publicadas em novembro 2008 no número 178 da revista (sem ter sido zerado ou pulado alguma edição). Desde então ficamos dois anos sem notícias do Soldado do Inferno.
Para maiores informações aqui vai o link do Spawn Alley: http://www.spawnalley.blogspot.com/

Antes de finalizar este post gostaria de parabenizar essa campanha do Spawn Alley (e que ela sirva de exemplo para todos nós, fãs de quadrinhos.)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

HQs para iniciantes II

Feliz Ano Novo pessoal! Após um período sem postar nada retorno com esta coluna voltada a dar uma ajuda para aqueles que querem começar a ler quadrinhos e desta vez vou falar sobre uma mini relativamente atual chamada Surfista Prateado: Réquiem.


HQS PARA INICANTES II - RÉQUIEM PARA UM HÉROI




O Surfista Prateado foi criado em 1966 por Jack Kirby, e estreou na edição de número 48 do Quarteto Fantástico na primeira parte do arco conhecido como "A Trilogia de Galactus". O Surfistas se diferencia dos demais hérois por seguir uma linha mais filosófica e reflexiva, tendo até, se não exagero, uma beleza poética (quem leu as primeiras histórias do volume 1 ou a Parábola de Lee e Moebius vão entender melhor sobre o que estou falando). Aprisionado na Terra após ter traído Galactus o Surfista passa a questionar inumanidade do homem, tendo assim se destacado na epóca de seu lançamento. Entre os melhores trabalhos envolvendo o Surfista temos os já citados v1, a Parábola de Lee e Moebius (que pretendo falar futuramente), a passagem de Jim Starlin no volume 3 e por fim a minisérie Réquiem (se esqueci algo, por favor me lembrem).
Surfista Prateado Réquiem uma minisérie em quatro edições lançadas em 2007, escritas por J. Michael Straczynski e belamente desenhada por Esad Ribic é, sme dúvida, uma das mais belas histórias já feitas em toda nona arte. Nesta história,(em um universo alternativo vale-se lembrar)
após sentir-se mal o Surfista faz uma visita à Reed Richards e descobre que sua hora está chegando, e que não há nada que ele possa fazer, a partir daí se desenrola a história.
Para aqueles que acham que está é a típica morte de super-héroi com retorno em uma semana, sinto em informar que escolheram a mini errada. Aqui, a morte é inevitável, está ali firme e forte só esperando sua deixa. A melancolia domina a história do começo ao fim, a arte ajuda muito a passar essa ideia assim como as cores (tá certo, pode ser viagem minha) que dão aquele tom de fim de tarde, o outono antes do inverno, o crepúsculo da vida e por aí vai. Mas é essa mesma melancolia que termina por dar a beleza da história. O nobre, porém caído Surfista Prateado em sua última jornada. De resto, a história permance fiel ao Surfista, apresentando-o como personagem filósofo introspectivo, profundo e nobre que ele sempre foi, sempre disposto a lutar mesmo contra todas as probabilidades. No fim, Réquiem é uma obra que tem que ser lida tanto por fãs do personagem como por aqueles que nem sequer o conhecem, sendo de longe um dos mais belos trabalhos já feitos com o personagem

Bom, essa foi minha segunda análise, espero ter melhorado, e também espero sinceramente que tenham gostado dela, inté mais!