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sexta-feira, 19 de junho de 2015

5 Histórias para Gostar do Homem de Ferro - Parte IV

Pois bem, após quase dois anos, estamos chegando ao fim dessa pequena e mal elaborada lista. Hoje, iremos voltar ainda mais no tempo, precisamente para 1970 - dois anos antes da história que ocupa a terceira posição desta série. Uma vez mais, a União Soviética é o grande inimigo da vez e, desta vez, vai ter um papel de destaque na...




segunda-feira, 26 de maio de 2014

5 Histórias para Gostar do Homem de Ferro - Parte III


Após quase um ano sem tocar nesta série, trago até vocês mais uma parte da matéria "5 Histórias para Gostar do Homem de Ferro". Desta vez, vamos viajar ainda mais rumo ao passado, em direção aos longínquos anos 70, quando os hippies ainda faziam sentido, o rock alcançava seu auge, estudantes protestavam ao redor do mundo e a União Soviética era a grande ameaça do momento. Nesse contexto de revolta estudantil, tiramos a história deste post, que eu chamo por:

(Divulgação)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Os 5 piores filmes de 2013

Agora que vocês já leram sobre minha opinião dos melhores filmes de 2013, preparei uma lista com os 5 piores filmes do ano, contando verdadeiros vexames e decepções que acabaram com franquias, nem Peter Jackson escapou. Siga conosco e confira os filmes que disparam como grandes favoritos ao Framboesa de Ouro... Quer dizer, concorreria se o dinheiro não falasse mais alto. Segue a lista:
Ruins, péssimo e até bons filmes que decepcionaram, a lista de 2013. (Sala Reclusa)

domingo, 17 de novembro de 2013

Podcast Número 1 - Sala Reclusa

Confira nossa primeira "tentativa" de podcast. Um papo descontraído sobre o atual fracasso nos filmes da Marvel e a ascensão da DC. 


Luz, câmera, ação...







sábado, 29 de junho de 2013

5 Histórias para Gostar do Homem de Ferro - Parte II

Saudações, fieis leitores! Retorno até vos com mais uma edição da matéria - se é que podemos chamar isso de matéria - com as cinco melhores histórias do volume 1 - pelo menos até a edição 289. A postagem que originalmente iria ocupar este lugar não seria esta, mas devido a uma série de motivos, resolvi deixar o post original para mais tarde e parti para outro grande momento da vida do Vingador Dourado, a épica...


4 - Guerra das Armaduras (Stark Wars/Armor Wars):

Começou em:The Invincible Iron Man v1.#225 (Dezembro de 1987)

Terminou em:The Invincible Iron Man v1.#232 (Julho de 1988)

Roteiro de: David Micheline e Bob Layton e Barry Windsor-Simth (edição 232)

Arte de: Mark Bright e Barry Windsor-Simth (edição 232)

História: Como sempre, faremos um pequeno resumo da ópera. Após um confronto com o vilão chamado Força, e depois de tê-lo ajudado a se livrar de sua armadura e ajudá-lo contra as forças de seu antigo e insatisfeito patrão Justin Hammer, Tony Stark começa a estudar a armadura do vilão - em busca de melhorias que poderiam ser usadas em sua própria armadura - quando descobre que muitos dos circuitos e tecnologias que integram a armadura são idênticos aos seus próprios. Após uma minuciosa inspeção nos seus laboratórios, Stark descobre que o falecido Espião Mestre conseguiu roubar seus projetos de armadura e vendê-los para Hammer, como consequência direta, uma série de vilões estão a solta com a tecnologia do Homem de Ferro em suas próprias armaduras o que torna, de uma maneira indireta, o próprio Tony Stark responsável por todos os inocentes feridos ou mortos por esses vilões. Após rastrear os indivíduos de posse de sua tecnologia, e de desenvolver um aparelho capaz de avariar irreversivelmente os circuitos das armaduras, Tony parte em uma cruzada contra todo e qualquer personagem de armadura do Universo Marvel, o que irá lançar o Homem de Ferro não só contra alguns de seus vilões mais clássicos -  como o Controlador e Dínamo Escarlate - mas também contra agentes do governo  - como Arraia, os Guardiões -, provocar sua expulsão da equipe dos Vingadores da Costa Oeste e fazer o próprio governo dos EUA se voltar contra ele, com consequências terríveis tanto para o Homem de Ferro quanto para  a Stark, pois em todas as guerras são criadas cicatrizes que as vezes jamais se curam.

domingo, 19 de maio de 2013

5 Histórias para Gostar do Homem de Ferro - Parte I



Saudações fieis leitores, lamento pelo sumiço, mas a vida de um preguiçoso é assim mesmo.  Creio que o título da postagem de hoje já é auto explicativo, mas permitam-me falar um pouco mais sobre ele. Creio que não fui o único a assistir a terrível atrocidade que se chamou de Homem de Ferro 3, e creio também que não fui o único a ficar indignado com aquilo. Por isso,  após um bom tempo desde a experiência traumática em questão, resolvi elaborar essa pequena lista com as 5 melhores histórias, na minha opinião, do personagem. Gostaria de lembrar que vou me basear mais em arcos - conjunto de histórias - do que em histórias isoladas e que vou me basear praticamente no volume 1 (mais precisamente das edições 001 até à 289) do personagem que durou de 1968 até 1996 ( não levando em consideração a recente - e já abandonada - retomada da Marvel à antiga numeração das séries). Bom, então creio que é só isso e, no mais, espero que gostem..




5 - A Semente do Dragão (The Dragon Seed Saga):

Começou em: The Invincible Iron Man v1.#272 (Setembro de 1991)

Terminou em: The Invincible Iron Man v1.#275 (Dezembro de 1991)

Roteiro por: John Byrne

Arte: Paul Ryan e M. D. Bright (edição 274)


História: Bom, creio que a primeira coisa que devo comentar sobre esse arco, além dele ser, na minha humilde opinião, um dos melhores escritos pelo Byrne com o personagem é que há alguns detalhes cronológicos  que precisam ser comentados antes de se falar da história em si. O primeiro detalhe é que aqui teremos dois Homens de Ferro, Jim Rhodes e Tony Stark. O motivo disso remonta a algumas edições passadas que tentarei sintetizar da melhor maneira possível. Pouco tempo depois da Guerra das Armaduras, que terá um ponto também nesse post, Tony Stark começou a sair com a patricinha mentalmente perturbada Kathleen Dare que, em um acesso de ciúmes, atirou em Stark após invadir sua casa. Stark não morreu como era de se esperar, mas ao invés disso ficou paraplégico o que o lançou em uma busca desesperada por uma maneira de reverter a situação. Essa maneira apareceu na forma de um "biochip" capaz de reprogramar o tecido da espinha danificada de Stark de modo que ele pudesse voltar a andar. Por um tempo o chip pareceu funcionar, mas havia algo de mais errado com o chip. Na verdade, o chip era um vírus projetado pelas Corporações Marrs para reescrever o sistema nervoso de Stark e deixá-lo sob o controle da empresa (Eventos mostrado na segunda Guerra das Armaduras). Viagens à parte, Tony conseguiu estragar os planos da companhia, mas pagou caro por isso, pois o esforço feito para que ele se livrasse do comando mental terminou por danificar seu sistema nervoso de uma maneira irreversível deixando-o praticamente à alguns meses da morte e em uma busca desesperada por alguma cura. Paremos por aqui.

domingo, 2 de setembro de 2012

Cenas Marcantes dos Quadrinhos V

Saudações à vós, fieis leitores!Venho aqui para desejar-lhes um bom  Setembro ( o belo mês que antecede Outubro) e também para trazer até vocês mais um Cenas Marcantes dos Quadrinhos, voltando dessa vez com mais uma cena da Casa das Ideias.

A cena em questão se passa na The Invincible Iron Man v1.#132 escrita pelo genial David Micheline e com arte de outro grande gênio, Bob Layton. A edição em questão marca o fim de um arco em duas partes onde o Bruce Banner vem até Tony Stark para pedir que ele o ajude a se livrar do Hulk. Juntos os dois bolam um tipo de marcapasso que impediria a transformação do franzino doutor no golias esmeralda. Mas, como toda a cura que aparece na vida do bom doutor, a cura não funciona e, para piorar a situação ele perde o controle de sua transformação - a mente do Hulk no corpo do Banner é o primeiro sintoma que é seguido pela incapacidade de reverter à forma do Banner quando transformado no Hulk. - o que leva os dois à um confronto épico na Stark Internacional. Para derrubar o Gigante Verde o Latinha se vê forçado à transferir toda a carga de sua armadura para o braço para um único e poderoso golpe que termina derrubando o Hulk e fritando os sistemas de sua armadura, deixando-o preso lá dentro.


P.S:A cena em questão foi relembrada à pouco tempo na primeira edição que saiu aqui da Hulk Contra o Mundo.

domingo, 15 de maio de 2011

Piores jogos baseados em Super Heróis

Olá de novo, fieis leitores. Após um post dedicado aos quadrinhos vamos voltar a falar sobre jogos. Desta vez, vamos falar sobre os cinco piores jogos já feitos envolvendo os nomes de super-heróis - alguns deles feitos para sairem junto com os filmes o que ajuda em muito para piorar a situação. Então sem mais delongas começemos o massacre:


5 - Batman & Robin (1998) para PS1:


Baseado no infame filme de mesmo nome, o jogo até que tinha uma premissa legal, com a possibilidade de se explorar a Batcaverna, dirigir por toda Gotham City, usar o Batman, o Robin ou a Batgirl e até usar a cabeça para descobrir onde o Sr.Frio irira realizar os seus ataques mas uma camêra péssima, controles terríveis, movimentos muito travados e gráficos horríveis fazem desse jogo uma bela porcaria.


4 - Spawn: Armagedon (2003) para PS2, x-Box e GameCube:


Taí, esse jogo até que não é tão ruim assim. A história é bem legal, os sons também ficaram muito bons, as duas únicas animações do jogo são bem feitas, e possui uma galeria com as capas dos quadrinhos (Deus, como sinto falta disso em um jogo!). Mas os gráficos do jogo são bem fraquinhos, os controles absurdamente repetitivos (é sério, só há no maximo dois combos em todo o jogo)de modo que a solução para todos os seus problemas se resume a apertar o botão de ataque sem parar (as armas e os poderes são quase enfeites), não existe inteligência artificial e quase todos os chefes por algum motivo são gigantes,


3 - Ghost Rider (2007) para PS2, PSP e GBA:


Meu Deus, esse jogo consegue dar nojo! A história é decente com referências e aparições de personagens clássicos da mitologia do Motoqueiro, mas os controles são péssimos, há pouca diversidade nos inimigos, as fases com a moto são medíocres, os gráficos são péssimos, os ataques são plágios descarados do Kratos de God Of War (até o som da barra de upgrade é igual ao do God Of War!) e o pior o jogo não tem alma, fica a sensação de que falta algo - sem falar que o esquema de todo o jogo é: sair na porrada, avançar, mais porrada, porta trancada, desvio, porrada, volta para porta.


2- The Incredible Hulk (2008) para X-Box 360, PS3, PS2, PC, DS e Wii:


Bom, o que eu mais detestei nesse jogo foi que ele não possui vida, é um plágio descarado e piorado do excelente Ultimate Destruction para PS2, só que destrui o que foi aquele jogo. As lutas com os chefes que eram o melhor de UD aqui fora desgraçadamente limitidas (os chefes perderam quase toda a inteligência) e tiveram sua graça retirada, a história é muito fraca e as missões muito repetitivas. Uma ofensa ao que foi o Ultimate Destruction.


1-Iron Man 2 (2010) para PS3, X-Box 360, DS e Wii:




Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que p&%## foi essa? O jogo conseguiu ser pior do que o primeiro (exceto nos gráficos, que continuaram bem ruizinhos por sinal). A jogabilidade é um lixo, o sistema de mira não funciona, as lutas com os chefes são frustrantes em decorrência dos controles horríveis, os inimigos se repetem por todo o jogo, as fases são muito iguais e a falta de inteligência dos oponentes tira o resto da graça do jogo. A história é legal e bem bolada, mas nem ela salva esse lixo que foi o Iron Man 2 (que vergonha, Sega!).


Pois é, esse foi o meu Top Five dos jogos ruins, e vocês concordam com ele? discordam? acham que falta algum jogo? Sintam-se à vontade para deixar vossas impressões, fieis leitores.
Na próxima postagem, vou falar da nata dos jogos que levam o nome de heróis e que deviam servir de exemplo para todos os produtores de jogos. até lá!