Mostrando postagens com marcador DC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DC. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de março de 2016

Batman vs Superman: A Origem da Justiça – Resenha Crítica

Um dos filmes mais esperados para o início da temporada 2016, a sequência de Homem de Aço prometia bastante, colocaria os dois maiores produtos da DC frente a frente. De um lado um convincente Henry Cavill como Superman, do outro uma aposta mais do que atuação em Bem Affleck para dar sequência a vida de Batman, com um elenco recheado, Zack Snyder teria material humano tão eficiente que poderia produzir algo interessante que não prejudicasse o Homem de Aço e faria a ponta para o novo Batman dar liga.
Decepcionante do início, fim e meio. (Divulgação)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Retrospectiva: Melhores HQs de 2015 - Parte I

Com a acachapante velocidade de um pensamento,mais um ano chegou ao fim. Entre altos e baixos, foi um ano particularmente bom para os leitores de HQs. Assim sendo, trago até vocês uma pequena lista com os 5 melhores lançamentos deste ano que se aproxima de seus instantes finais. Para simplificar um pouco a tarefa, dividi esta lista em duas partes, uma para a Marvel e outra para a DC.
(Sala Reclusa)

P.S: Todas as imagens das capas que ilustram este post foram retiradas do site  Guia dos Quadrinhos entre os dias 11 e 12 de Dezembro de 2015.


domingo, 28 de junho de 2015

Resenha: Aquaman - As Profundezas

Criado em 1941 por Mort Weisinger e Paul Norris, Aquaman  é, sem sombra de dúvidas, um dos personagens mais injustiçados das HQs. Parte de seu infame título de inútil - ou sem graça - se deve, em parte, ao clássico desenho Os Superamigos (1973-1985) da Hanna-Barbera, responsável por apresentar ao público a existência desse e de muitos outros personagens do universo DC.

Com o intuito de rever esse conceito, e como parte do projeto da DC Comics de promover um relançamento de títulos conhecido como Os Novos 52, Geoff Johns e Ivan Reis nos apresentam a nova série do rei da Atlântida, cujo primeiro arco agora se encontra reunido no belo encadernado pela Panini Comics sob o nome de Aquaman - As Profundezas.

E este será o alvo de nossa resenha.



sexta-feira, 15 de maio de 2015

Arrow 3° Temporada – Resenha Crítica

Chegou ao fim a terceira temporada de Arrow! A história do Arqueiro Verde levada para a série de TV chegou ao seu auge com o fim da segunda temporada. As ótimas primeiras e segundas temporadas geraram grandes expectativas para a terceira, aquela em que resultaria no encontro de Oliver Queen com Ra’s Al Ghul (Matt Nable), porém o que muitos temiam aconteceu. Episódios fracos, beirando o ridículo em alguns momentos, a perda de ideia por parte da produção ficou evidente, tentando copiar cenas de lutas de Spartacus (como no primeiro duelo entre Oliver e Ra’s) e o grotesco final onde Felicity se vestiu de Átomo, cena inspirada ou copiado do terrível Homem de Ferro 3.
Terceira temporada de Arrow decepciona e muito! (Reproduçã: Facebook Arrow)

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Arrow 2° Temporada – Resenha Crítica

Olá, amigos da Sala Reclusa! Após um longo inverno estou de volta! Hoje, volto a escrever sobre uma das minhas séries preferidas na atualidade, a segunda temporada de Arrow se encerrou na noite de ontem, enfim tivemos um embate que esperamos toda a temporada, a luta entre o Arqueiro Verde contra o Exterminador, rivalidade essa que acompanha todos os fãs da DC. Eu, por exemplo, fui alimentando tamanha rivalidade jogando Injustice, o game ajudou bastante a impulsionar a série na minha visão, todavia, a segunda temporada manteve o padrão da primeira, ou seja, foi espetacular!
Segunda temporada mantém o brilho da primeira. (Deviantart/Sala Reclusa)

domingo, 26 de janeiro de 2014

Arrow – 1° Temporada – Resenha Crítica

Amigos, companheiros da Sala Reclusa! Aqui estou para a crítica de mais um sucesso das telas americanas, dessa vez, não escreverei sobre um longa-metragem, e sim sobre uma série que conta a história de um dos heróis mais fantásticos da DC, o Arqueiro Verde. A primeira temporada é sensacional do início ao fim, deixando um suspense e mistério que só são revelados no seu vigésimo terceiro episódio, o último da temporada. A série foi lançada em outubro de 2012 e ficou bastante famosa por sacramentar o sucesso do canadense Stephen Amell, que encarnou o papel de Arrow e atraiu milhões de fãs, além do sucesso na crítica.
De Oliver Queen para Arqueiro Verde, a série é sensacional! (Divulgação)

domingo, 17 de novembro de 2013

Podcast Número 1 - Sala Reclusa

Confira nossa primeira "tentativa" de podcast. Um papo descontraído sobre o atual fracasso nos filmes da Marvel e a ascensão da DC. 


Luz, câmera, ação...







sábado, 9 de novembro de 2013

Longa Jornada Noite Adentro ou A Longa História do Batman - Parte II

Saudações, fieis leitores! Retornando com a coluna, hoje vamos falar sobre a primeira história envolvendo o  Batman. Para aqueles que não viram a primeira parte aqui vai um breve resumo:
Anteriormente, na última postagem, narramos o processo de criação envolvido na criação do personagem, que culminou com a primeira aparição do personagem em Detective Comcis v1.#27 (em maio de 1939). Agora, vamos falar sobre a primeira história do personagem e comentar um pouco sobre esse primeiro momento. Então, sem mais delongas vamos começar logo;

A Longa História do Batman - Parte II - Primeira História e Aparições posteriores



quinta-feira, 14 de março de 2013

Longa Jornada Noite Adentro ou A Longa História do Batman

Saudações fieis leitores, voltando após um longo período de hiato - período no qual eu esperava sinceramente que vocês iniciassem algum discussão por aqui -, vamos falar um pouco sobre as origens de um dos personagens mais antigos e carismáticos das história das histórias em quadrinhos, ninguém mais, nimguém menos do que o Cruzado de Capa, oCavaleiro das Trevas, o Maior Detetive do Mundo, o Homem Morcego, ou simplesmente Batman. Bom, antes de começar, gostaria de deixar claro que estarei fazendo essa pequena matéria baseando nos meus parcos e confusos conhecimentos sobre o personagem. Muito do que vocês verão pode ser visto em muitos outros lugares, e confesso que muita informação vem do site Batman - A Trajetória e de uma matéria do HQ Maniacs, assim como das minhas próprias leituras.
Creio que já perdemos muito tempo com isso então deixemos de conversa fiada e partamos para o que interessa.

 A Longa História do Batman - Parte I -Processo Criativo

 " - Veja bem, senhor Kane, não é nada muito complicado o que estamos lhe pedindo....
  - Olha, não sei não....
  - Mas veja, é um tiro certeiro! Aquele personagem, qual é mesmo o nome dele...Super-Homem! Isso, o Super-Homem está fazendo um sucesso estrondoso com o público juvenil, é uma renda garantida para nós. Agora imagine se for criado um personagem novo, um tipo de héroi, para competir com a popularidade dele, ganharíamos muito com isso!
 - Ainda não sei...
 - Bem, vou deixar você pensando um pouco sobre a ideia. Tenho certeza de que você não vai me decepcionar."

domingo, 16 de setembro de 2012

Semelhanças Quadrinhística I

Saudações, leitores! Creio que todo leitor de HQs já teve ter chegado à um momento em que viu como algumas semelhanças entre personagens, sejam no visual, na história, ou mesmo no nome. No tocante à Marvel e DC aí é que isso acontece mesmo. No post de hoje vou apontar alguns casos e falar um pouco à respeito de cada personagem.Boa Leitura!


Medo e Loucura feitos de Palha:

Creio que serão poucos os leitores, principalmente os mais novos e menos nerds, que conhecerão esse segundo Espantalho. Bom, seu nome é Ebenezer Laughton, sua primeira aparição foi em Tales of Suspense #51 de 1964 como um contorcionista de circo que decide virar criminoso e enfrenta o Homem de Ferro. Mais tarde, após confrontos com o Latinha, o Aranha, os X-Men e o Capitão América, por quem ele nutre uma obsessão por ver nele uma representação de seu pai, em quem ele coloca toda a culpa por sua infância sofrida nas mãos de uma mãe abusiva, ele se tornou um inimigo mais frequente do segundo Motoqueiro Fantasma, o Danny Ketch.Chegando inclusive à se aliar à Coração Negro em um grupo destinado à destruir o Motoqueiro. Seus poderes são: produzir um feromônio capaz de induzir o medo em suas vítimas, esse mesmo hormônio faz com que sua força e agilidade sejam aumentadas à níveis super-humanos. Fora isso ele usa um forcado, tem uma flexibilidade fora do comum devido aos seus tempos no circo, um bando de corvos treinados para obedecerem seus comandos e um forcado.


Mais conhecido do que  seu homônimo da outra editora, Jonathan Crane é o Espantalho que todos nós conhecemos e tememos. Sua primeira aparição é em World´s Finest Comics #3 de 1941, já como adversário do Cavaleiro das Trevas. Iniciou sua carreira criminoso após ser expulso da universidade - lugar onde era gozado por seus colegas professores por não se vestir bem e gastar todo seu dinheiro em livros - onde lecionava por disparar uma arma em sala de aula enquanto falava sobre os mecanismos do medo. A demissão levou Crane à assumir a alcunha de Espantalho, se tornando uma mistura de medo e pobreza. Um dos personagens mais fascinantes e curiosos do universo do Batman, o Espantalho é por vezes representado como alguém seriamente perturbado que fala através de rimas infantis - visão essa que eu, particularmente, não concordo ou aprecio. Também ao contrário de seu ilustre homônimo menos conhecido, o bom professor Crane não tem nenhum poder, suas únicas armas são o seu poderoso gás do medo capaz de transformar um homem destemido em um bebezinho assustado, uma técnica de luta desenvolvida por ele mesmo e seus conhecimentos como doutor em psicologia.


Monstros no Pântano:

Olha só quem está de volta nas postagens do Lugar Comum! Sim, é ele o Monstro do Pântano! Criado originalmente como um personagem para uma história fechada da revista House of Secrets #92 de Julho de 1971, o personagem fez tanto sucesso que ganhou título próprio no ano seguinte. Em Novembro de 1972 saía a Swamp Thing #01, onde o cientista Alex Olsen se tornava Alec Holland, mas a história continuava basicamente à mesma. Trabalhando em uma formula bio-restauradora secreta, o cientista Alec Holand recebe à oferta de um misterioso grupo para vender a formula. Negando-se à fazer tal coisa, Alec tem seu laboratório sabotado por uma bomba e, encharcado por sua formula e em chamas, se atira nas águas do pântano. Dado como morto, em pouco tempo ergue-se como o Monstro do Pântano á tempo de ver sua esposa ser assassinada e vingar sua morte. Durante o primeiro volume da série vemos o Monstro em uma jornada para recuperar sua humanidade algo que ele de fato consegue. Mas, devido ao relativo sucesso da série e do filme do personagem, surge o volume dois, agora chamado The Saga of The Swamp Thing Alec Holland volta à sua condição de Monstro e à sua jornada por uma cura, algo que é definitivamente descartado quando o mago inglês Alan Moore assume o título iniciando o arco Lição de Anatomia. É na fase de Moore fica-se estabelecido que o Monstro é na verdade um elemental da terra uma criatura absurdamente poderosa capaz de controlar e se comunicar com a natureza. Também é na fase de Moore que se resolve um curioso problema de cronologia envolvendo o pobre Alex Olsen que ficou sendo o Monstro que precedeu à versão de Holland. Entre os poderes do Monstro, além já citado controle sobre a natureza, temos força sobre humana, capacidade de regeneração e a capacidade de surgir em qualquer lugar do mundo construindo um novo corpo à partir de qualquer planta por perto (um dia descubro um nome mais simplificado para isso).

Muito menos conhecido que seu parente verde, o Homem-Coisa é mais velho do que ele por uma simples questão de meses. Enquanto seu "primo" aparece em Julho de 1971, o Homem-Coisa faz sua primeira aparição em Maio de 1971 na Savage Tales #1. O Homem-Coisa na verdade é Theodore "Ted" Sallis, um bioquímico contratado pelo governo dos EUA para desenvolver um tipo de soro que tornasse os soldados americanos imunes à doenças no caso de uma guerra biológica. Ted conseguiu, mas como efeito colateral as cobaias se transformavam em monstros. Por conta disso, Ted é enviado para uma base secreta nos Everglades parar aperfeiçoar sua formula e é lá que ele é atacado por um grupo terrorista que visa roubar a formula. Para impedir que ela caia em mãos erradas, Ted injeta a formula em si mesmo e se atira  no pântano. Passado algum tempo, no lugar onde Ted Sallis caiu, ergue-se o Homem-Coisa, uma criatura composta por vegetação e lodo, com olhos vermelhos e a capacidade de tocar fogo naqueles que o temem. Uma das grandes diferenças entre o Homem-Coisa e o Monstro do Pântano é, além de poder provocar combustão espontânea, o fato de o Homem-Coisa não pensar e ser um empata. Sua consciência é algo mais próxima da de um animal do que de um ser humano e ele age de acordo com o clima, ou seja, ele "absorve' a emoção presente no momento - se for raiva, ódio ou outra emoção muito forte ele pode se tornar extremamente agressivo e por aí vai. É também uma grande diferença o fato do Homem-Coisa ter um "bordão" próprio, aqueles mais nerds e mais velhos com certeza devem se lembrar, mas como todos não são assim aqui vai:
"E aquele que conhece o medo queima ao toque do Homem-Coisa"

 

Cavaleiros Urbanos:

Esse vai ser legal. Para aqueles que não conhecem nosso ilustre representante da esquerda, ele é o Cavaleiro da Lua. Sua primeira aparição data de Agosto de 1975 em Werewolf By Night #32 quando o mercenário Marc Spector é contratado pelo sinistro Comitê para capturar o Lobisomem.
Mais tarde, já em seu próprio título- em Novembro de 1980 - descobrimos a verdadeira história do personagem (e algum tempo depois a verdade sobre sua atuação no caso do Lobisomem). Trabalhando para um grupo de mercenários no Egito, Marc Spector resolver se opor à seu líder , Bushman, por este estar chacinando os inocentes habitantes de uma cidadezinha. Como consequência, Spector é largado para morrer no deserto, mas antes de morrer é encontrado por um grupo de arqueólogos, dentre eles a filha de um dos mortos da vila, e é levado para dentro de um antigo templo, praticamente morto. Lá dentro, é deixado defronte à uma estátua do deus Konshu e milagrosamente é revivido e ganha uma nova missão: atuar como o punho de Konshu, combatendo o crime e todos aqueles que vivendo do sofrimento alheio. Para tanto, ele conta com a ajuda de Marlene, sua namora, do Francês antigo companheiro dos tempos de mercenário e piloto do sue Luacoptero (sim, é infame e lembra muito um certo alguém...), Crowley um sem-teto que atua como informante de Spector pelas detestáveis rotas do submundo e Gina, dona de um restaurante point entre os taxistas, e seus filhos que atuam recolhendo informações nas ruas e no estabelecimento da mãe. Além desse pequeno exército de ajudantes, Spector conta também com três identidade distintas. Steve Grant playboy milionário (acho que já vi algo parecido em algum lugar...), Jake Lockley taxista e Marc Spector na qual é o Cavaleiro da Lua. Além de suas identidades e exército de ajudantes, o Cavaleiro conta com seus equipamentos, como o Dardo Lunar,  suas habilidades no combate corpo à corpo conquistadas ao longo de seus anos como mercenário e também com uma considerável fortuna. Também possuía uma força vinculada aos estágios da Lua, mas aparentemente isso foi descartado.


Bom, esse aqui dispensa apresentações mas ainda assim vamos fazer uma bem rapidinha. Quando tinha oito anos de idade, o jovem Bruce Wayne testemunho o brutal assassinato de seus pais. Desde então, dedicou sua vida à combater o crime que ceifou a vida de seus pais, se tornando para isso o Batman. Sua primeira aparição data de Maio de 1939 na Detective Comics #27. Nessa primeira edição e nas muitas que se seguiram tínhamos um herói bem diferente desse que conhecemos. Um heróis que não hesitava em matar ou deixar morrer aqueles que combatia. Mais tarde, com a introdução do Robin, o personagem é suavizado e começa a entrar nos moldes em que o conhecemos hoje. Desde então, passarem-se roteiristas, artista, fases memoráveis e detestáveis, mas uma coisa sempre continuou: a determinação desse implacável justiceiro.
Como já é do conhecimento de todos, o Batman não possui poderes, suas únicas armas são sua inteligência, astúcia, preparo físico excelente, conhecimento e domínio de incontáveis técnicas de combate, uma gama de habilidades e conhecimentos, dinheiro para seus equipamentos, uma base muito bem equipada e um mini exército de ajudantes e amigos para apoiá-lo em sua longa e eterna jornada. Qualquer semelhança de um personagem acima com  Batman, bem, talvez não seja uma mera coincidência.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Melhores Jogos Baseados em Super-Heróis

Saudações, seletos membros da seita dos nerds! Como prometido há algum tempo, trago até vocês à outra metade da laranja, a tão almejada caminhada pelos campos do Paraíso depois da agonizante estadia no Inferno. Sim, vamos falar sobre os cinco melhores jogos já feitos levando o nome de heróis.


5 - Justice League Heroes (2006) para PS2, PSP, X-Box, GameBoy Advance e Nintendo DS



Os maiores heróis da DC unidos em um jogo. Bons gráficos (apesar de eu não ter curtido muito aquele Batman), uma história razoável, a oportunidade de usar os maiores heróis da DC em um único jogo e um bruta combate final contra Darkseid, como não gostar disso? Admito que o jogo não é nenhum MUA e que é um pouco chato ficar limitado à apenas dois personagens por fase, mas quem nunca quis jogar um jogo que permitisse sair no braço contra Darkseid com os melhores do mundo?


4 - The Incredible Hulk:Ultimate Destruction (2005) para PS2, X-Box e Gamecube:


Bem, os gráficos podem não ser os melhores, mas uma ótima jogabilidade recheada de combos incríveis, uma história bem contada, a grande sacada de deixar o Golias Esmeralda livre pelas ruas de uma cidade movimentada e com licença para destruir, além de batalhas épicas contra chefes que realmente "pensam"e que podem te arremessar contra um prédio sem pensar duas vezes, tornam este um dos mais divertidos e mais bem feitos jogos a carregar o nome de um herói.


3 - X-Men Legends (2004) para PS2, GameCube e X-Box


Um memorável RPG que lhe permite controlar até 4 personagens da equipe mutante de uma vez. Uma história fantástica, belos gráficos, combates e cut scenes épicas, um sistema de personalização para os personages...Cara, esse foi um excelente jogo e rendeu uma continuação no ano seguinte chamada Rise Of Apocalypse, sem falar que foi a base para o Marvel Ultimate Alliance.



2 - Spider-Man (2000) para PS1 e Nintendo 64

Ah, clássico dos clássicos. Esse foi um dos melhores jogos do Aranha. Admito que é crueldade ter que escolher um em detrimento de tantos outros, mas sem dúvidas esse aqui merece seu lugar neste Top Five. Uma história marcante que reúne grandes personagens, sejam eles aliados ou vilões e aquela maravilhosa ideia de deixar as capas de HQs espalhadas pela fase...Esse jogo marcou a infância de muita gente...


1 - Batman: Arkham City (2011) para PS3, X-Box 360 e PC


Sim, o melhor jogo já feito sobre o Cavaleiro das Trevas é o escolhido para figurar no primeiro lugar deste Top Five! Uma história envolvente e bem bolada (pelo menos até a metade do jogo na minha modesta e chata opinião), uma jogabilidade de outro mundo, um mundo aberto na pior área que Gotham pode oferecer e vilões e mais vilões (incluindo uma bela luta contra o Sr. Frio) tornam este jogo merecedor de seu nome e uma continuação digna do Arkham Asylum.


Bem, senhoras e senhores, este foi o meu Top Five. Concordam? Discordam? Acham que a Marvel foi favorecida demais? Deixem sua opinião nos comentários abaixo!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Cenas Marcantes dos Quadrinhos II

 Saudações fieis leitores, após um pequeno sumiço por motivos de vida profana, volto com a sessão mais nova do blog, na primeira parte vimos a cena do ressurgimento do Demolidor após sua queda, e já que o assunto é quedas por que não....


 O clássico momento em que Bane quebra a coluna do Batman, marcando o fim da primeira (e melhor) parte da Queda do Morcego.A cena em questão se passa na Batman #497, publicada em Julho de 1993, com arte do mestre Jim Aparo e Dick Giordano. Após esse confronto com Bane, o manto do morcego é passado para Jean Paul-Valley, o primeiro Azrael. Apesar de ter tido um declínio na qualidade depois da derrota de Bruce Wayne, a saga é sem dúvida uma das mais importantes da história do morcego, talvez por mostrar que o Batman era humano e que assim como qualquer outro poderia ser derrotado. A série assim como A Morte do Super-Homem, foi feita em um período em que a DC precisava recuperar mercado e atrair novos leitores para isso resolveu dar uma "mudada" em alguns dos seus principais heróis (como até hoje ainda acontece), assim, Batman foi para  a cadeira de rodas, o Super-Homem morreu em combate com o apocalipse e Hal Jordan, o Lanterna Verde, surta e mata a Tropa dos Lanternas (se transformado assim em Parallax, mas isso é história para outro dia). Apesar de ter tido um declínio na qualidade depois da derrota de Bruce Wayne, a saga é sem dúvida uma das mais importantes da história do morcego, talvez por mostrar que o Batman era humano e que assim como qualquer outro poderia ser derrotado.
      Moral da História: Quer ganhar dinheiro fácil no mercado das HQs? Faça alguma grande saga para algum personagem, se ele terminar morto, melhor ainda!