quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Os 5 piores filmes de 2013

Agora que vocês já leram sobre minha opinião dos melhores filmes de 2013, preparei uma lista com os 5 piores filmes do ano, contando verdadeiros vexames e decepções que acabaram com franquias, nem Peter Jackson escapou. Siga conosco e confira os filmes que disparam como grandes favoritos ao Framboesa de Ouro... Quer dizer, concorreria se o dinheiro não falasse mais alto. Segue a lista:
Ruins, péssimo e até bons filmes que decepcionaram, a lista de 2013. (Sala Reclusa)

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Os 5 melhores filmes de 2013

Bem, o ano está chegando ao fim, logo, quero agradecer a todos vocês que nos acompanharam por todos esses meses. Lembrando que esse blog foi fundado em 2010 e totalmente remodelado na metade de 2013 para uma melhor compreensão e deixar o negócio mais sério, espero que todos tenham curtido. Os convido para viver 2014 conosco, os filmes que virão estão prometendo bastante, ainda temos dúvidas sobre quem concorrerá ao Oscar, mas teremos matérias especiais sobre os indicados, aguardem! Contudo, preparei um top 5 com os melhores filmes do ano na minha visão, por isso, espero que vocês leiam e comentem discordando ou concordando. Confiram:
Homenagem da Sala Reclusa aos grandes de 2013. (Sala Reclusa)

sábado, 21 de dezembro de 2013

Os Suspeitos – Resenha Crítica

Amigos da Sala Reclusa, aqui estou para mais uma crítica. Hoje, falarei sobre os Suspeitos, grande filme produzido nos Estados Unidos, dirigido por Denis Villeneuve e lançado neste fim de ano. O filme conta com grandes astros do mundo do cinema, como são os casos de Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal e um grande elenco. O suspense se inicia logo no início, quando a família Dover vai festejar o dia de ação de graças com os Birch, o detalhe é que as filhas mais jovens das tuas famílias saem para brincar na rua e terminam desaparecendo, causando medo, preocupação e pânico para ambas as famílias.
Suspende do início ao fim. (Cartaz Oficial)

sábado, 14 de dezembro de 2013

O Hobbit: A Desolação de Smaug – Resenha Crítica

Amigos da Sala Reclusa, eis me aqui para resenhar sobre a sequência de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Esperei o ano todo pelo filme, então, tentarei manter o máximo de imparcialidade, principalmente por ser completamente fascinado pelas histórias do Tolkien... E vamos à luta!  O primeiro filme termina quando nosso grande herói Bilbo Bolseiro (Martin Freeman salva Thorin (Richard Armitage) de Azog (Manu Bennett) e, graças a Gandalf (Ian McKellen), os anões conseguem fugir.
Um bom filme, mas perde um pouco do estilo Peter Jackson. (Cartaz Oficial)

10 Dragões

Saudações fieis leitores! Aproveitando o clima da segunda parte do Hobbit, venho hoje apresentar uma lista com alguns dragões famosos da cultura em geral. Antes de perguntarem, não, não estou sendo pago por nenhuma distribuidora - ou empresa - para fazer esta postagem, mas se elas quiserem me pagar...bem, quem sou eu para reclamar?
Pois bem, uma vez tendo deixado o recado, peguem suas melhores armaduras e escudos e sigam apenas aqueles corajosos e loucos destemidos o bastante

     (Imagem retirada de http://www.fanpop.com/clubs/dragons/images/25090945/title/giant-dragon-wallpaper)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Spartacus: Blood and Sand – Resenha Crítica

Olá, amigos da Sala Reclusa, é com imenso prazer que venho escrever a crítica da série da minha vida, que me influencia e me dá coragem a seguir firme na estrada da vida: Spartacus. Confesso que comecei a assistir a série em 2011, quando já estava em sua 3° temporada, Spartacus: Vegeance foi a primeira temporada em que Liam McIntyre substituiu o saudoso Andy Whitfield, morto após anos de luta contra um câncer. Enfim, após me apaixonar pela história, pude acompanhar toda a série, desde o princípio da história até a queda de um dos maiores seres humanos que passaram por aqui. Hoje, inicio a resenhar sobre a grande série que se encerrou neste ano de 2013.
Aqui está nossa homenagem a Andy Whitfield, um craque na atuação. (Starz)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Vicky Cristina Barcelona – Resenha Crítica

Olá, fãs do cinema e amigos da Sala Reclusa, hoje preparei uma resenha sobre um filme que nem é muito recente, mas o mestre, o gênio, uma lenda viva da história do cinema merece qualquer tipo de elogio ou de texto. Vicky Cristina Barcelona foi lançado em 2008, mais uma boa obra de Woody Allen, que conta a história de Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson), duas amigas americanas que vão se aventurar num verão em Barcelona.
Filme que rendeu bons frutos em 2008 (Cartaz Oficial)

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O Demolidor de Mark Waid - Resenha

Saudações, fieis leitores! Hoje vamos falar novamente sobre HQs, desta vez, o nosso tema será a aclamada série do Homem Sem Medo escrita pelo genial Mark Waid e com a demolidora arte de Paolo Rivera e Marcos Martín. Por isso, segurem-se, pois lá vem o...


DEMOLIDOR 

(Arte da Primeira Capa do Encadernado da Panini)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Filmes que deveriam ser mais valorizados – Primeira sessão

*Escrito por Felipe Leal.

Uma das surpresas do cinema, entre tantas outras, é a repetição, por vezes inevitável, de temáticas indispensáveis aos questionamentos mais profundos do ser humano. Se na década de 60 Bergman e Antonioni nos presenteavam com duas trilogias, a do Silêncio e a da Incomunicabilidade, respectivamente, é curioso notar que nem sempre essas abordagens são ordenadas, e, por conchaves do destino, como é o caso dos 3 filmes que irei citar, cineastas cuja única semelhança é a genialidade podem realizar filmes que se tocam, como conjuntos matemáticos perfeitos.
Confira, a nova sessão da Sala Reclusa. (Sala Reclusa)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Rush: No Limite da Emoção – Resenha Crítica

Olá amigos! O fim da temporada da Fórmula 1 me motivou a vir aqui escrever sobre o filme de esporte do ano, Rush: No Limite da Emoção conta a história da rivalidade entre Niki Lauda e James Hunt numa das temporadas mais emocionantes da história do automobilismo. O livro Corrida Para Glória explica melhor o que foi a rivalidade de Lauda e Hunt, mas o diretor Ron Howard foi o escolhido para levar essa história às telonas.
Cartaz Oficial. (Califórnia Filmes)

domingo, 24 de novembro de 2013

10 Personagens Marcados pela Música - I

Saudações fieis leitores! Na postagem de hoje, sugerida pelo senhor Mateus Valença, vamos falar - como diz o título - sobre aqueles personagens que foram tão marcados por alguma música que, mal o vemos, já começamos a cantarolar alguma música, ou vice-versa.  Sem mais delongas, vamos começar com nossa pequena turnê mágica e misteriosa. E, sinceramente, estamos loucos para tê-los conosco:




quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O Sombra:O Fogo da Criação - Resenha

Saudações, fieis leitores! Hoje, uma vez mais vamos fazer uma análise. Desta vez, no entanto, o material de nossa resenha será um belo encadernado da Mythos Editora. Falo aqui de "O Sombra - O Fogo da Criação". Para mais informações, continue na página após a imagem:

                 (Capa e contra capa do encadernado)


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Conan - A Hora do Dragão - Análise do Livro

Saudações, fieis leitores! Na postagem de hoje, vamos falar pela primeira vez de um livro, não que a literatura em si não tenha tido o seu espaço ao longo dos anos neste humilde blog, mas hoje, vamos de um livro propriamente dito. O livro em questão, talvez minha maior surpresa nesse ano, foi o único romance escrito por Robert E. Howard para a sua maior criação, Conan, o Bárbaro. É a análise de A Hora de Dragão que vocês acompanham agora na Sala Reclusa.


(Capa do Livro - baseada no fraco filme de 2011)

domingo, 17 de novembro de 2013

Resenha Crítica – O Gênio Indomável

Amigos da Sala Reclusa, após receber boas indicações, enfim resolvi assistir o Gênio Indomável. Com direção de Gus Van Sant, o filme foi levado às telas de cinema no ano de 1997, com jovens atores na época, como foi o caso de Matt Damon, Bem Affleck e Minnie Driver e com grandes e renomados, como o “cracaço” Robin Williams e Stellan Skarsgård.
O Gênio Indomável, um filme digno de melhor filme. (Cartaz Oficial)

Podcast Número 1 - Sala Reclusa

Confira nossa primeira "tentativa" de podcast. Um papo descontraído sobre o atual fracasso nos filmes da Marvel e a ascensão da DC. 


Luz, câmera, ação...







segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Marvel Agent´s of S.H.I.E.L.D - Uma Boa Ideia Tratada de uma Péssima Forma




Saudações, fieis leitores! Retorno desta vez não para comentar sobre HQs, mas sobre uma série de TV - que é, de certa forma, um derivado de HQs. A série em questão é a Marvel Agent´s of S.H.I.E.L.D. A análise geral você acompanha aqui:

        (Logotipo oficial da série)

Capitão Phillips – Resenha Crítica

Olá a todos! É com muito prazer que venho escrever sobre o primeiro grande candidato ao Oscar 2014. Capitão Phillips conta o fato verídico do sequestro traumatizante do capitão da marinha norte-americana Richard Phillips. Dirigido por Paul Greengrass, o filme conta com o talendo de Tom Hanks que sim, deve conquistar seu terceiro Oscar, o ator está impecável.
(Cartaz Oficial)

domingo, 10 de novembro de 2013

O Homem de Aço - Resenha Crítica

É um pássaro? É um avião? É um drone não-tripulado espião do Obama? Não! É o Super Homem!!!


"Homem de Aço" é a nova tentativa de salvar o kryptoniano mais famoso da galáxia e colocá-lo de volta ao seu lugar de merecimento, como um dos super-heróis mais importantes que existem. Para tanto, o diretor Zak Snyder ("300") foi escalado, com o objetivo de redimir o Super Homem da catástrofe que foi "Super-Homem: O Retorno".


sábado, 9 de novembro de 2013

Longa Jornada Noite Adentro ou A Longa História do Batman - Parte II

Saudações, fieis leitores! Retornando com a coluna, hoje vamos falar sobre a primeira história envolvendo o  Batman. Para aqueles que não viram a primeira parte aqui vai um breve resumo:
Anteriormente, na última postagem, narramos o processo de criação envolvido na criação do personagem, que culminou com a primeira aparição do personagem em Detective Comcis v1.#27 (em maio de 1939). Agora, vamos falar sobre a primeira história do personagem e comentar um pouco sobre esse primeiro momento. Então, sem mais delongas vamos começar logo;

A Longa História do Batman - Parte II - Primeira História e Aparições posteriores



Busca Implacável 2 – Resenha Crítica

Dando sequência ao sucesso do longa de 2008, Busca Implacável 2 mantém o padrão de ação/suspense. No primeiro filme, a filha de Bryan Mills (Liam Neeson), Kim Mills (Maggie Grace) cai em uma armadilha e é sequestrada por um grupo de criminosos que leiloam garotas, que acabam sendo vendidas para milionários. Como resultado, Bryan faz verdadeiros milagres e usa muito do seu tempo de policial para matar os criminosos e resgatar sua filha, o velho dilema de um pai que ama incondicionalmente seus filhos.
Repleto de vinganças, eis Busca Implacável 2 (Cartaz Oficial)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A Morte do Capitão Marvel - Uma Breve Análise

Saudações, fieis leitores! Retornando após um longo e árduo conflito com a preguiça, venho até vocês para falar sobre um dos mais belos trabalhos já produzidos na nona arte. A obra em questão, escrita e desenhada pelo mestre Jim Starlin e lançada em 1982 pelo antigo e saudoso selo Marvel Graphic Novels - que também nos rendeu outras obras-primas, mas isso já é assunto para outras postagens. Sem mais delongas, vamos falar de...


(HQ Oficial)

sábado, 2 de novembro de 2013

Thor: O Mundo Sombrio – Resenha Crítica

Olá amigos, aqui está, em primeira mão, a resenha crítica da continuação de um dos vingadores mais adorados pelos fãs, Thor. O Mundo Sombrio retrata a vingança de Malekith (Christopher Eccleston), um inimigo que busca um elemento chamado éter, com o éter, o vilão ficaria imbatível e poderia eliminar a raça dos asgardianos. Pois bem, o filme surpreende nas cenas de luta, nos efeitos especiais e nas atuações dos consagradíssimos Anthony Hopkins (Odin), Chris Hemsworth (Thor), Natalie Portman (Janie Foster) e Tom Hiddleston, que é o ator que mais se valoriza com as franquias da Marvel.

O Mundo Sombrio consagra Tom Hiddleston. (Cartaz Oficial)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Gente Grande 2 – Resenha Crítica

Bem, assistindo ao filme eu ainda refletia: “Será que vale a pena ou este filme realmente merece uma resenha?”. Pelas minhas palavras já deu para perceber o constrangimento de ver Adam Sandler dando sequencia ao plano de destruir sua carreira. Logo notamos a ausência do seu grande amigo de telonas, Rob Schneider não participou desta bizarra continuação. Na história, Lenny Feder (Adam Sandler) está cheio de viver em Hollywood e decide se mudar para sua cidade natal, onde novamente ele reencontrará seus amigos.
Gente Grande 2 é a continuação do ótimo primeiro filme. (Cartaz Oficial)

domingo, 20 de outubro de 2013

Dragon Ball Z: A batalha dos deuses - Resenha Crítica

Quem estava com saudades do famoso kamerramerra, daquela "rivalidade" entre Goku e Vegeta e da característica música de abertura de Dragon Ball Z, está podendo aproveitar o filme Dragon Ball Z: A batalha dos deuses, que segue em cartaz por todo o país, uma boa pedida para quem sempre curtiu o anime. Pois bem, o filme conta a história de um deus para lá de retardado, sem graça e preguiçoso que sonhou que lutava contra um deus super sayajin, a história se passa com o fim do Boo mal e antes da lamentável saga GT.
Um roteiro lamentável para Dragon Ball Z. (O Magnatta)

domingo, 13 de outubro de 2013

O Grande Gatsby – Resenha Crítica

Primeiramente, é um prazer iniciar um ciclo junto ao meu amigo Lucas Freitas, unidos, tentaremos dar nossa opinião no que de melhor surge no cinema mundial e alguns outros assuntos relacionados. Espero que todos vocês leiam, dêem sua opinião e participem conosco desse novo projeto, um grande abraço a todos!

Boa obra que eleva o talento dos injustiçados Di Caprio e Maguire. (Blog Daily Herald)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Especial de Halloween - Ano II - 10 Histórias

Saudações, habitantes das trevas! Retornando ao blog bem à tempo de aproveitar as comemorações de Halloween, vamos dar inicio ao segundo ano do especial, desta vez estreando uma nossa coluna intitulada "10 Histórias". Creio que o nome já é auto explicativo, mas, para quem não entendeu de primeira, vamos reservar esta coluna para comentarmos e separarmos 10 histórias de alguns autores  do gênero fantasia-terror recomendadas para o Dia das Bruxas. Como toda a seleção, esta se baseia em gostos particulares, de como que é muito provável que alguns histórias que vocês gostem possam não aparecer por aqui - e é por isso que existe a sessão de comentários..
Nota, as histórias não estão em ordem de preferência, mas na ordem em que eu fui me lembrando delas.

 Enfim, começaremos a nossa coluna 10 Histórias com o mestre do Horror e da Fantasia, H.P.Lovecraft:


10 Histórias:

H.P.Lovecraft

 

sábado, 29 de junho de 2013

5 Histórias para Gostar do Homem de Ferro - Parte II

Saudações, fieis leitores! Retorno até vos com mais uma edição da matéria - se é que podemos chamar isso de matéria - com as cinco melhores histórias do volume 1 - pelo menos até a edição 289. A postagem que originalmente iria ocupar este lugar não seria esta, mas devido a uma série de motivos, resolvi deixar o post original para mais tarde e parti para outro grande momento da vida do Vingador Dourado, a épica...


4 - Guerra das Armaduras (Stark Wars/Armor Wars):

Começou em:The Invincible Iron Man v1.#225 (Dezembro de 1987)

Terminou em:The Invincible Iron Man v1.#232 (Julho de 1988)

Roteiro de: David Micheline e Bob Layton e Barry Windsor-Simth (edição 232)

Arte de: Mark Bright e Barry Windsor-Simth (edição 232)

História: Como sempre, faremos um pequeno resumo da ópera. Após um confronto com o vilão chamado Força, e depois de tê-lo ajudado a se livrar de sua armadura e ajudá-lo contra as forças de seu antigo e insatisfeito patrão Justin Hammer, Tony Stark começa a estudar a armadura do vilão - em busca de melhorias que poderiam ser usadas em sua própria armadura - quando descobre que muitos dos circuitos e tecnologias que integram a armadura são idênticos aos seus próprios. Após uma minuciosa inspeção nos seus laboratórios, Stark descobre que o falecido Espião Mestre conseguiu roubar seus projetos de armadura e vendê-los para Hammer, como consequência direta, uma série de vilões estão a solta com a tecnologia do Homem de Ferro em suas próprias armaduras o que torna, de uma maneira indireta, o próprio Tony Stark responsável por todos os inocentes feridos ou mortos por esses vilões. Após rastrear os indivíduos de posse de sua tecnologia, e de desenvolver um aparelho capaz de avariar irreversivelmente os circuitos das armaduras, Tony parte em uma cruzada contra todo e qualquer personagem de armadura do Universo Marvel, o que irá lançar o Homem de Ferro não só contra alguns de seus vilões mais clássicos -  como o Controlador e Dínamo Escarlate - mas também contra agentes do governo  - como Arraia, os Guardiões -, provocar sua expulsão da equipe dos Vingadores da Costa Oeste e fazer o próprio governo dos EUA se voltar contra ele, com consequências terríveis tanto para o Homem de Ferro quanto para  a Stark, pois em todas as guerras são criadas cicatrizes que as vezes jamais se curam.

domingo, 19 de maio de 2013

5 Histórias para Gostar do Homem de Ferro - Parte I



Saudações fieis leitores, lamento pelo sumiço, mas a vida de um preguiçoso é assim mesmo.  Creio que o título da postagem de hoje já é auto explicativo, mas permitam-me falar um pouco mais sobre ele. Creio que não fui o único a assistir a terrível atrocidade que se chamou de Homem de Ferro 3, e creio também que não fui o único a ficar indignado com aquilo. Por isso,  após um bom tempo desde a experiência traumática em questão, resolvi elaborar essa pequena lista com as 5 melhores histórias, na minha opinião, do personagem. Gostaria de lembrar que vou me basear mais em arcos - conjunto de histórias - do que em histórias isoladas e que vou me basear praticamente no volume 1 (mais precisamente das edições 001 até à 289) do personagem que durou de 1968 até 1996 ( não levando em consideração a recente - e já abandonada - retomada da Marvel à antiga numeração das séries). Bom, então creio que é só isso e, no mais, espero que gostem..




5 - A Semente do Dragão (The Dragon Seed Saga):

Começou em: The Invincible Iron Man v1.#272 (Setembro de 1991)

Terminou em: The Invincible Iron Man v1.#275 (Dezembro de 1991)

Roteiro por: John Byrne

Arte: Paul Ryan e M. D. Bright (edição 274)


História: Bom, creio que a primeira coisa que devo comentar sobre esse arco, além dele ser, na minha humilde opinião, um dos melhores escritos pelo Byrne com o personagem é que há alguns detalhes cronológicos  que precisam ser comentados antes de se falar da história em si. O primeiro detalhe é que aqui teremos dois Homens de Ferro, Jim Rhodes e Tony Stark. O motivo disso remonta a algumas edições passadas que tentarei sintetizar da melhor maneira possível. Pouco tempo depois da Guerra das Armaduras, que terá um ponto também nesse post, Tony Stark começou a sair com a patricinha mentalmente perturbada Kathleen Dare que, em um acesso de ciúmes, atirou em Stark após invadir sua casa. Stark não morreu como era de se esperar, mas ao invés disso ficou paraplégico o que o lançou em uma busca desesperada por uma maneira de reverter a situação. Essa maneira apareceu na forma de um "biochip" capaz de reprogramar o tecido da espinha danificada de Stark de modo que ele pudesse voltar a andar. Por um tempo o chip pareceu funcionar, mas havia algo de mais errado com o chip. Na verdade, o chip era um vírus projetado pelas Corporações Marrs para reescrever o sistema nervoso de Stark e deixá-lo sob o controle da empresa (Eventos mostrado na segunda Guerra das Armaduras). Viagens à parte, Tony conseguiu estragar os planos da companhia, mas pagou caro por isso, pois o esforço feito para que ele se livrasse do comando mental terminou por danificar seu sistema nervoso de uma maneira irreversível deixando-o praticamente à alguns meses da morte e em uma busca desesperada por alguma cura. Paremos por aqui.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Longa Jornada Noite Adentro ou A Longa História do Batman

Saudações fieis leitores, voltando após um longo período de hiato - período no qual eu esperava sinceramente que vocês iniciassem algum discussão por aqui -, vamos falar um pouco sobre as origens de um dos personagens mais antigos e carismáticos das história das histórias em quadrinhos, ninguém mais, nimguém menos do que o Cruzado de Capa, oCavaleiro das Trevas, o Maior Detetive do Mundo, o Homem Morcego, ou simplesmente Batman. Bom, antes de começar, gostaria de deixar claro que estarei fazendo essa pequena matéria baseando nos meus parcos e confusos conhecimentos sobre o personagem. Muito do que vocês verão pode ser visto em muitos outros lugares, e confesso que muita informação vem do site Batman - A Trajetória e de uma matéria do HQ Maniacs, assim como das minhas próprias leituras.
Creio que já perdemos muito tempo com isso então deixemos de conversa fiada e partamos para o que interessa.

 A Longa História do Batman - Parte I -Processo Criativo

 " - Veja bem, senhor Kane, não é nada muito complicado o que estamos lhe pedindo....
  - Olha, não sei não....
  - Mas veja, é um tiro certeiro! Aquele personagem, qual é mesmo o nome dele...Super-Homem! Isso, o Super-Homem está fazendo um sucesso estrondoso com o público juvenil, é uma renda garantida para nós. Agora imagine se for criado um personagem novo, um tipo de héroi, para competir com a popularidade dele, ganharíamos muito com isso!
 - Ainda não sei...
 - Bem, vou deixar você pensando um pouco sobre a ideia. Tenho certeza de que você não vai me decepcionar."

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Na Teia do Aranha - Uma Breve Discussão sobre os dois filmes


Voltando de um período de longas - e merecidas - férias, começaremos as deliberações do blog com um assunto que venho remoendo desde o ano passado, quando veio as telas o filme O Espetacular Homem-Aranha. Devo admitir que saí um tanto quanto decepcionado do cinema e com a sensação e - a ideia fixa - de que o filme do Raimi foi muito melhor e é exatamente isso que me traz até aqui hoje, senhoras e senhores. irei discutir alguns pontos dos dois filmes para tentar embasar minha opinião e espero ser capaz de fazer isso. Antes de qualquer coisa, vou falar apenas dos pontos que mais me chamaram a atençaõ e gostaria de dizer que muita coisa que vai ser escrita aqui é passível de discussão, assim como qualquer coisa nessa vida.

  Assim sendo, que os jogos comecem!


  Na Teia do Aranha - Uma Breve Discussão sobre os dois filmes:








 X












   
   O primeiro ponto que gostaria de tratar é a história. Por se tratarem de histórias de origem, os dois filmes tem algo como uma área em comum entre si, mas é no filme de Marc Webb em que vamos ver uma maior ousadia em termos de narrativa, introduzindo uma grande quantidade de elementos para serem abordados ao longo do filme, enquanto que no filme de Sam Raimi são introduzidos o mínimo de elementos possíveis. Todavia, essa ousadia acaba fazendo mal para o filme por dois motivos: o primeiro é o fato de que, quanto mais fatos você adiciona na história, maior será o cuidado que você terá que ter pois terá que abordar esses fatos e abordar de uma boa maneira - falo isso a partir de minha experiência de escritor amador. Um exemplo do que digo é a história dos pais do Peter. Eles parecem ter uma enorme importância no começo do filme mas mais ou menos depois da metade do filme, eles são esquecidos "completamente", são deixados no meio do caminho. O segundo motivo é que, ao se introduzir muitos elementos, desvirtua-se o "espírito" da história. Permitam-me ser mais claro. A ideia de se fazer um filme de origem de algo ou alguém - nesse caso um super herói - é mostrar a construção desse algo ou alguém, mostrar o que aconteceu com ele para fazer dele o que ele é. Tendo em vista esses dois aspectos, principalmente no segundo, o filme de Raimi se sobressai - e muito - ao de Webb. O filme de Raimi se atém ao básico, concetrando-se na ideia da construção do herói em detrimento a outros detalhes, evitando assim muitas pontas soltas. Ainda assim, não deixa de ser interessante a ideia do filme de Webb, que aproxima o personagem da antiga versão Ultimate e que - apesar das pontas soltas - deixa margem para muitos acontecimentos na continuação, motivo principal -ao menos na minha opinião - pelo qual o filme foi feito. Isso e para manter os direitos do personagem. Outro grande problema da história de Webb é tentar "unir" todos os personagens importantes da narrativa, algo já tentando no passado nos quadrinhos - creio que por Johnn Byrne, mas não tenho certeza - mas que dificilmente dá certo e força demais o enredo do filme. Não iremos falar aqui sobre os erros gritantes do roteiro.
    O segundo ponto que gostaria de falar são os vilões. Um dos problemas do filme de Raimi é justamente ter apresentado logo de cara o arqui inimigo do personagem, o Duende Verde - e também ter matado ele. Um vilão da magnitude do Duende não deveria ser usado logo de cara antes de ter um terreno emocional mais bem trabalhado e raízes mais fincadas entre Peter-Norman-Harry. Ainda assim, por se ater ao básico, o filme consegue estabelecer uma relação razoável entre os envolvidos e a atuação do monstro William Dafoe também ajuda muito. Um problema semelhante também ocorre no filme de Webb, só que com o seu Lagarto. Uma um tanto quanto mais apropriada do que o arqui inimigo do personagem, o Lagarto teria um potencial enorme no filme. O drama nos moldes de Jekyll & Hyde - ou Banner e Hulk para ficar no mesmo universo -que envolve o Dr. Connors e o Lagarto, sua relação com Peter e Gwen - mesmo que um tanto quanto forçada - seria mais do que suficiente para criar bons momentos no filme, mas Rys Ifans não é Dafoe e muito se perde por causa disso. Um outro problema com relação ao Dr.Connors - que eu senti - foi a falta de sua família, o que daria uma maior carga dramática e profundidade ao personagem. Para resumiro que quero dizer quanto à isso, deixo aqui as sábias palavras do Sr. Fábio Nobre "A história do Lagarto foi a do Octopus no segundo filme."
    Aproveitando que falamos de atuação no último parágrafo, vamos agora para as atuações. No filme de Webb, temos Andrew Garfield como Peter Parker e Homem-Aranha. Aqui ocorre algo curioso, porque Garfield se saí muito bem como Homem-Aranha, atuando com uma naturalidade assombrosa para o papel, como se ele fosse o próprio Homem-Aranha, enquanto falha como Peter Parker, não conseguindo passar qualquer emoção com o personagem além de não convencer ninguém que ele é na verdade um nerd sem vida social, com problemas de cordenação motora, asma, pouquíssimos amigos e que sofre constantes humilhações no colégio, ou seja, um nerd clássico não um geek. No filme de Raimi, Tobey Maguire faz as vezes de mocinho. Apesar de ter uma atuação um tanto quanto engessada como o herói, Maguire faz um ótimo Parker, conseguindo não só se passar por nerd,  além de conseguir passsar para o espectador as emoções do personagem, compensando assim o "engessamento" do herói. Sua atuação lembra em muito a do Christopher Reeve no filme do Super-Homem de 1978, onde vemos ele dar um show com a transformação do leso Clark Kent - mutio parecido com o Peter do Maguire - no Homem de Aço e, mais importante que isso, convencendo plenamente o espectador.Á parte os dois protagonistas, o elenco de Raimi é, de uma maneira geral, superior tecnicamente ao de Webb, apesar de existir um caso especial nesse tocante que é a atuação de Martin Sheen como o Tio Ben, papel vivido por ele no filme de Webb - e pelo finado Cliff Robertson no filme de Raimi. A atuação de Sheen é, de loge, a melhor do filme. Seu Tio Ben é o pai de Peter, o entrossamento dos dois é igual ao daqueles entre um pai e seu filho, mas uma morte sem graça literalmente "mata" todo o trabalho de Sheen no filme.
    O penúltimo ponto,e um dos mais curtos, é sobre a trilha sonora. Nesse aspecto, o filme de Raimi foi muito melhor e afortunado, pois contou com a ajuda do grande mestre Danny Elfman. Elfman, conhecido por seus trabalhos em filmes e desenhos, consegue criar temas que engrandecem e dão vida, além daquele tom de épico, aos filmes em que trabalha o que casa perfeitamente com a ideia do filme de Raimi de construir o herói. Tendo isso em vista, a trilha sonora do filme de Webb é, no melhor dos casos, maçante, não dando ao filme aquela aparência grandiosa que deve ter um filme de herói, mesmo em seus maiores momentos.
 Como útlimo ponto, gostaria de tratar de uma série de pequenos fatores. Dentre eles gostaria de destacar a fidelidade, fotografia e comentar um pequeno "problema" nos filmes de Raimi. Em termos de fidelidade, um dos pontos mais polêmicos da discussão em torno desses dois filmes, podemos dizer que nenhum chega a ser completamente fiel aos quadrinhos - assim como nenhuma adaptação o é. Por um lado,  temos em  "O Espetacular..." apenas por trazer os lançadores de teia e a Gwen Stacy, morrendo aí toda e qualquer fidelidade à obra. Os lançadores por sua vez trazem um problema consigo porque em nenhum momento vemos Peter trabalhar no composto da teia - algo que é desenvolvido pela Oscopr e que dá a enteder ele roubou de lá.. O filme de Raimi usou a muito criticada teia orgânica que conseguiu resolver bem esse detalhe técnico e tem, como em termos de fidelidade, trouxe a morte do Duende e o começo do Aranha na luta livre, morrendo aí. Logo, ao meu ver, discutir qual das duas é a mais fiel é algo um tanto quanto sem futuro pois, no sentido mais estreito da palavra, pode-se considerar que ambos os filmes falham miseravelmente. Em termos de fotografia, algo que me desagradou muito foi o fato terem feito "O Espetacular..." muito escuro. Para sintetizar o que digo, usarei novamente as palavras do Sr. Nobre "O Homem-Aranha não é o Batman". Finalmente, vamos falar de um dos "problemas" do filme do Raimi  que é transformar os vilões em vilões apenas pela ocasião. Vou me explicar melhor. Nos filmes de Raimi, o vilão não é vilão por maldade e sim por algum agente externo, o Duende fica louco por causa do soro, Octopus é controlado pelos tentáculos, o Homem-Areia rouba para ajudar a filha doente, isso nos 3 filmes da série. Admito que cansa usar a mesma ideia repetidas vezes e com o tempo ela pode perder o efeito, mas a algo muito interessante nela e o fato de que ela termina reforçando a imagem do herói. Vejam bem, o próprio Peter só virou herói após o tio ser morto, ele não tomou a decisão de ser bom imediatamente, mas foi forçado por algum agente externo, o mesmo que ocorre com os vilões.Ou seja, cria-se assim a ideia de que somos heróis ou vilões de acordo com a forma como respondemos ao ambiente - há aqueles que resolvem seguir pelo caminho "certo" e aqules que optam pelo caminho oposto, e é essa a ideia que termina por tornar o herói no filme de Raimi em algo tão interessante e Superior a qualquer Espetacular Homem-Aranha.



E Assim termina esse debate.


Então, gostaram? Concordam? Discordam? Sintam-se convidados a deixar sua opinião nos comentários.



P.S: Para reforçar o que disse sobre a trilha sonora.





domingo, 27 de janeiro de 2013

Primeira Postagem do Ano

Saudações fieis leitores! Hoje se inicia oficialmente a temporada dos posts do Lugar Comum, espero rever todos vocês em mais um ano de blog. Espero que se divirtam lendo da mesma forma como eu me divirto escrevendo para vocês

Um bom 2013 para todos!